Brasil bate recorde em exportações de carne suína em maio de 2026; saiba os detalhes!

Exportações de Carne Suína do Brasil Registram Recorde em Maio de 2026
A indústria de carne suína do Brasil alcançou um desempenho excepcional nas exportações em maio de 2026, impulsionada pelo aumento da demanda internacional e pela expansão dos embarques para mercados estratégicos na Ásia e América Latina. De acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Brasil exportou 129,4 mil toneladas de carne suína, incluindo produtos in natura e processados, no mês passado.
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Esse volume representa o maior já registrado para o mês de maio, com um crescimento de 9% em comparação ao mesmo período de 2025, quando os embarques totalizaram 118,8 mil toneladas.
Em termos de receita, o valor alcançou US$ 302,1 milhões, também um recorde para maio, com um avanço de 3,8% em relação aos US$ 291,2 milhões do ano anterior. No acumulado de janeiro a maio, o setor exportou 661,7 mil toneladas, o que representa um crescimento de 13,1% em relação ao ano anterior.
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A receita cambial atingiu US$ 1,546 bilhão, com uma alta de 11,9% em comparação ao mesmo período de 2025.
Principais Destinos e Desempenho por Estado
As Filipinas se mantiveram como o principal destino da carne suína brasileira em maio, com 27,2 mil toneladas embarcadas, embora esse volume tenha sido 3,8% inferior ao registrado no mesmo mês do ano passado. O Japão, por outro lado, apresentou um aumento significativo nas compras, com um crescimento de 83,2%, totalizando 15,2 mil toneladas.
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Outros mercados que mostraram crescimento relevante incluem México (+20,4%), Hong Kong (+13,8%) e Argentina (+13,7%).
Em contraste, a China registrou uma queda de 25,9% nas importações, com 8,9 mil toneladas adquiridas em maio. Também houve redução nas vendas para o Vietnã (-14,2%) e Singapura (-50,5%). Entre os estados exportadores, Santa Catarina liderou com 62,5 mil toneladas embarcadas em maio, apresentando um crescimento de 4,9%.
O Rio Grande do Sul seguiu com 32,7 mil toneladas (+19,5%) e o Paraná com 18,3 mil toneladas (-4,8%). Mato Grosso e Minas Gerais também tiveram avanços significativos, com altas de 52,4% e 26,5%, respectivamente.
Esse desempenho reafirma a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais de proteína animal, em um cenário internacional que ainda enfrenta desafios logísticos, custos elevados e mudanças no fluxo global de comércio de alimentos.
Para o setor, o crescimento das exportações evidencia a diversificação dos mercados compradores e a competitividade da cadeia produtiva brasileira, especialmente em mercados asiáticos, onde a demanda por proteína suína continua aquecida.
Autor(a):
Bianca Lemos
Ambientalista desde sempre, Bianca Lemos se dedica a reportagens que inspiram mudanças e conscientizam sobre as questões ambientais. Com uma abordagem sensível e dados bem fundamentados, seus textos chamam a atenção para a urgência do cuidado com o planeta.



