Brasil, Alemanha e Itália não chegam às quartas de final da Copa do Mundo de 2026 pela primeira vez

As quartas de final da Copa do Mundo de 2026 ficarão marcadas por um fato inédito: pela primeira vez, as três seleções mais vitoriosas da história do torneio não estarão entre as oito melhores. Essa situação foi confirmada no último domingo (5), quando o Brasil foi eliminado pela Noruega nas oitavas de final.
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A pentacampeã mundial encerrou sua participação antes das quartas pela primeira vez desde 1990, mantendo o título mais recente conquistado em 2002, durante a Copa realizada na Coreia do Sul e no Japão.
A Alemanha, que possui quatro títulos, já havia se despedido do torneio ao ser derrotada pelo Paraguai nos pênaltis, na fase de 16 avos de final, uma novidade introduzida nesta edição. O último troféu levantado pela seleção alemã foi em 2014.
Por outro lado, a Itália, também tetracampeã, não chegou a participar da competição. A seleção italiana caiu na repescagem das Eliminatórias ao perder para a Bósnia e Herzegovina, ficando assim fora de mais uma edição do Mundial. A conquista mais recente da Itália ocorreu em 2006.
Um marco histórico no futebol
Com a eliminação simultânea de Brasil, Alemanha e Itália nas fases iniciais do torneio, o cenário atual traz à tona uma significativa mudança no futebol mundial. Juntas, essas três seleções somam um total impressionante de 10 títulos mundiais e representam um legado incomparável na história da Copa do Mundo.
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A ausência desse trio nas quartas de final simboliza não apenas uma nova era no futebol global, mas também reflete o crescimento de outras seleções que vêm se destacando nos últimos anos. Países como Noruega e Paraguai mostram que estão cada vez mais competitivos e prontos para desafiar as potências tradicionais.
A evolução das competições
Essa edição da Copa do Mundo tem sido marcada por surpresas e reviravoltas que desafiam as previsões dos especialistas. As novas regras implementadas e o formato inovador do torneio têm contribuído para um maior equilíbrio entre as seleções participantes.
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À medida que as partidas avançam, fica evidente que o futebol está passando por uma transformação significativa. O desempenho das seleções menos tradicionais demonstra que o futuro do esporte pode reservar ainda mais surpresas nas próximas edições da Copa.
Autor(a):
Gabriel Furtado
Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.



