Bove, Seixas e Nunes: Arquivo Surpreende e Polêmicas Acusações de Violência Política!

Tempestade na Alesp! Arquivados pedidos de cassação de Mônica Seixas, Paula Nunes e Lucas Bove após grave troca de farpas. Crise política exposta!

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(Imagem de reprodução da internet).

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) decidiu arquivar os pedidos de cassação dos deputados Mônica Seixas e Paula Nunes, ambas da Bancada Feminista e do Movimento Pretas, e do deputado Lucas Bove (PL), motivados por quebra de decoro parlamentar.

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A decisão ocorreu após uma intensa discussão que ocorreu em setembro do ano passado, desencadeada por um confronto verbal entre os parlamentares.

O Confronto Verbal

O incidente começou quando a deputada Mônica Seixas questionou a deputada Professora Bebel (PT) sobre a postura de Lucas Bove, que na época estava conversando com ela de forma insistente, utilizando o gesto de apontar o dedo. Seixas solicitou que Bove se afastasse, o que provocou uma reação agressiva do parlamentar, que começou a gritar contra ela.

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A deputada Seixas, por sua vez, afirmou que se comunica da maneira que achar adequada e que não toleraria interferências em suas conversas, direcionando críticas a Bove, afirmando que ele não a respeitava.

Reações e Desculpas

As declarações polêmicas de Lucas Bove também foram direcionadas a Paula Nunes, que sofreu interrupções constantes durante o debate. Posteriormente, Bove subiu à tribuna para se desculpar pelas falas e admitiu ter perdido a paciência. A discussão resultou na suspensão dos trabalhos no plenário da Alesp.

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Novo Pedido de Cassação

Além do pedido de cassação original, Lucas Bove foi alvo de uma nova representação. A deputada Mônica Seixas solicitou a cassação do mandato após o parlamentar ter sido acusado de comportamento inadequado. A representação foi arquivada em agosto do ano passado por seis votos contra um.

A defesa de Bove argumentou que a denúncia era infundada e que o pedido de prisão era descabido, sem justificativa.

Denúncias e Repercussões

Paula Nunes classificou o arquivamento da denúncia pela Alesp como um “escárnio” e criticou a Casa por ser “conivente” com casos de agressão. A parlamentar acusou Bove de praticar “violência política de gênero” contra outras deputadas mulheres, agravando seu comportamento após a rejeição do processo de cassação pelo Conselho de Ética.

A deputada Ediane Maria (Psol-SP) foi a única votação a favor da abertura do processo.

Nunes enfatizou que o pedido de prisão feito pelo Ministério Público demonstra a gravidade do caso e a omissão da Assembleia Legislativa. Ela ressaltou que o comportamento de Bove se intensificou após a decisão do Conselho de Ética e que ele continuou a intimidar e ameaçar as deputadas.

Autor(a):

Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.

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