Boulos e Nikolas discutem o julgamento de Bolsonaro e a operação contra o PCC
A revista britânica The Economist declarou, na quinta-feira (28), que o julgamento do ex-mandatário sinaliza a “recuperação” do país após um período “po…

Os deputados Guilherme Boulos e Nikolas Ferreira discutiram na CNN Arena, em 28 de julho, o processo do ex-presidente Jair Bolsonaro e a operação que investiga um esquema financeiro com envolvimento de membros do PCC.
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Para Boulos, o julgamento do plano de golpe representa uma “demonstração de que as instituições do Judiciário brasileiro estão funcionando”.
A declaração foi feita após a publicação da revista britânica The Economist, que dedicou sua capa semanal à ação na Suprema Corte que julgará, a partir da próxima terça-feira (2), a suposta participação de Bolsonaro e aliados em uma tentativa de golpe após as eleições de 2022.
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Nikolas afirmou que o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, possui “interesse no julgamento” e que “o golpe que ocorreu no dia 8 de janeiro é algo impossível”.
Zero ampla defesa, os próprios juízes manifestam fora dos autos (…). Ele [Moraes] é a pessoa que investiga, é a vítima ao mesmo tempo. Um golpe que não foi encontrado nenhum tipo de armas de fogo, um golpe que tinha vendedor de algodão-doce no meio do golpe, o próprio Bolsonaro não estava nem aqui.
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Ao mencionar o episódio de 8 de janeiro de 2021, em que manifestantes atacaram o Capitólio, Boulos declarou que os Estados Unidos se mostraram hesitantes ao tentar responsabilizar os envolvidos em tentativas de golpe, enquanto o Brasil não o fez.
Nikolas criticou o governo Lula, mencionando a visita do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, ao Brasil.
“Depende se a democracia é a relativa de Lula, que convida um ditador como Nicolás Maduro aqui para o Brasil, então se eles acham que isso é democracia, eu não posso falar nessa democracia”, disse.
Operação
Boulos declarou que Nikolas auxiliou o crime organizado ao disseminar notícias falsas sobre o Pix, citando um vídeo de janeiro deste ano em que o deputado do PL critica o governo e afirma que o Pix “não será taxado, mas não duvido que seja”.
Nikolas, por sua vez, afirmou que, na ausência de outras acusações, Boulos tenta “relacionar a questão do meu vídeo do Pix com o crime organizado”. “Você realmente acredita que eu sou uma pessoa que não tem absolutamente nada a ver com casos de corrupção, você acha mesmo que vai ‘colar’ que eu estou ajudando o PCC?”, questionou.
O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, declarou que a anulação da instrução normativa que expandia o acompanhamento de operações financeiras foi devido ao “maior ataque de mentiras e notícias falsas da história da Receita”.
Em Barreirinhas, a alegação de uma “taxação do Pix” não apenas inviabilizou a norma, como também favoreceu diretamente organizações criminosas que foram identificadas em três operações, que revelaram cerca de 1.000 postos de combustíveis em dez estados movimentaram mais de R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024, utilizando fintechs como “bancos paralelos” para dissimular recursos ilícitos.
Sob a supervisão de Douglas Porto.
Fonte por: CNN Brasil
Autor(a):
Redação Clique Fatos
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