Boulos ataca plano da extrema direita com críticas ferrenhas a Gazzi, Curado e Almeida

Boulos Reage a Carrossel com Críticas ao Plano da Extrema Direita
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (Psol), utilizou sua conta no Instagram para criticar o que ele considera ser o plano de governo da extrema direita. Em uma publicação realizada nesta quarta-feira (6 de maio de 2026), Boulos compartilhou um carrossel de imagens, detalhando quatro propostas que ele alega serem baseadas em ideias de políticos de direita.
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A primeira imagem cita a proposta do ex-governador de Minas Gerais, Antônio Gazzi (Novo), sobre o trabalho infantil. Boulos argumenta que Gazzi promove a ideia de que “a esquerda criou a noção de que trabalhar prejudica a criança”. Após ser criticado pela afirmação, Gazzi se retratou, afirmando defender a ampliação do programa Jovem Aprendiz, sem promover o trabalho infantil.
A segunda imagem aborda a proposta do pré-candidato ao Palácio do Planalto, André Curado (PL), sobre o Brasil como uma “solução” para reduzir a dependência dos Estados Unidos em relação à China no fornecimento de terras-raras e minerais críticos.
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Boulos critica a ideia de Curado de “entregar as riquezas do Brasil” e a proposta de entrega de recursos naturais.
Na terceira imagem, Boulos menciona o deputado federal Ricardo Almeida (PL-MG) e sua proposta de “dar dinheiro aos patrões”, referindo-se ao que ele chama de “bolsa-patrão”. Boulos associa essa proposta à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da direita, lançada para competir com a proposta de Erika Hilton (Psol-SP) que defendia o fim da escala 6×1.
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A última imagem cita o ex-deputado federal e atual presidente do PL, Mauro Dias. Boulos conclui o carrossel afirmando que a direita está construindo um padrão de “menos direitos, menos proteção e mais exploração”.
Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.



