A declaração de bombeiro sobre a morte de Dinho, dos Mamonas Assassinas
Os Mamonas Assassinas se tornaram um dos maiores fenômenos da música brasileira. Com uma fusão singular de rock, brega e humor, o grupo vendeu mais de 3 milhões de cópias e conquistou fãs de todas as idades antes da trágica interrupção em 1996.
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Para relembrar, a banda perdeu seus integrantes em 2 de março daquele ano.
A trajetória do grupo, que era conhecido por suas músicas bem-humoradas, foi abruptamente interrompida após o acidente aéreo em que viajavam, quando o avião fretado colidiu durante a aproximação ao aeroporto de Guarulhos. Recentemente, a tragédia voltou à tona com as declarações de um dos bombeiros que participaram das buscas na Serra da Cantareira.
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Detalhes da descoberta do corpo de Dinho
O coronel reformado Melo relatou que inicialmente encontrou apenas um braço em meio à vegetação, mas logo percebeu que se tratava do corpo do cantor. Durante uma entrevista ao TIKTALPodcast, ele compartilhou suas lembranças do momento: “A vegetação estava densa, então não tínhamos visibilidade.
Fizemos uma corrente manual para conseguir alcançar o local”, contou.
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Ele continuou: “Quando cheguei e peguei no braço, percebi que estava pesado. Então avisei: ‘Pessoal, segura aí que não é só o braço’”. O coronel descreveu a cena ao encontrar o corpo de Dinho: “Ele tinha o tronco e um braço apenas. Não havia outros membros, nem a cabeça, e estava de bermuda”, afirmou.
Impacto da tragédia na música brasileira
Melo também comentou sobre os destroços do avião, que danificaram a vegetação ao redor: “O avião se desmanchou nos eucaliptos gigantescos. Víamos pedaços de avião em cima das árvores”, relatou. Dinho foi essencial na formação da identidade humorística dos Mamonas, contribuindo para grandes sucessos como “Pelados em Santos”.
A ausência da banda é sentida até hoje no cenário musical.
