A Polícia Militar do Distrito Federal comunicou formalmente ao Supremo Tribunal Federal sobre um incidente ocorrido na quarta-feira, 1º de abril de 2026. A comunicação detalha a troca do carregador da tornozeleira eletrônica utilizada para monitorar o ex-presidente, que atualmente cumpre uma prisão domiciliar de 90 dias.
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A exigência de que o equipamento permaneça carregado continuamente, 24 horas por dia, é uma condição fundamental do regime prisional imposto ao político. A motivação por trás da substituição do carregador não foi divulgada pela PM, que é responsável pela segurança e vigilância da residência de Bolsonaro.
O documento completo, em formato PDF de 4 MB, foi encaminhado ao STF para análise.
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O registro da troca ocorreu na madrugada de domingo, entre 00h34 e 01h03. A policial penal Rita de Cassia Gaio foi a responsável pela operação, uma profissional que ganhou notoriedade no ano anterior ao ter acesso à residência de Bolsonaro após uma tentativa do ex-presidente de…
Com base nas informações fornecidas pela Polícia Militar, o ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo caso, poderá solicitar informações adicionais sobre os motivos que levaram à troca do carregador. A situação levanta questões sobre a segurança e o cumprimento das condições impostas ao regime de prisão do ex-presidente, no contexto da ação penal relacionada à trama golpista.
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Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.
