Bolsonaro e PL: Suspensão Salarial e Reafirmação de Apoio
Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão por envolvimento em uma trama golpista. Em decorrência da decisão judicial, o Partido Liberal (PL) suspendeu o pagamento de seu salário como presidente de honra da legenda.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, manifestou-se publicamente em apoio à decisão do partido. “O PL foi fundamental para dar continuidade ao projeto de resgate do Brasil, oferecendo todo o suporte a Jair Bolsonaro. A suspensão das atividades partidárias de Bolsonaro foi uma consequência inevitável da condenação, e não uma decisão arbitrária do partido”, declarou Flávio.
Ele completou a declaração com um tom de união e determinação: “Se ele está temporariamente impedido de exercer suas funções, a lei o determina. É hora de ficarmos unidos. Enquanto eu estiver vivo, nada faltará ao meu pai!”.
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Detalhes da Suspensão e Remuneração
O Partido Liberal também emitiu um comunicado explicando a suspensão do pagamento do salário de Bolsonaro. “Devido à Lei 9.096/1995 e à suspensão dos direitos políticos do nosso presidente de honra, Jair Bolsonaro, as atividades partidárias de nosso líder também foram suspensas, incluindo sua remuneração, até que os efeitos da condenação na AP 2668 sejam revogados”, informou o PL.
O ex-presidente recebia um salário líquido de R$ 33.873,67 mensais como presidente de honra do PL, com um valor bruto de R$ 46.366,19. Essa remuneração era uma das diversas fontes de renda do ex-presidente.
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Crise de Soluços e Medicação
Na mesma quinta-feira (27/11), enquanto cumprindo prisão na Superintendência Regional da Polícia Federal em Brasília (DF), Jair Bolsonaro passou por uma nova crise de soluços. O senador Flávio Bolsonaro precisou administrar a medicação para tentar “amenizar” os episódios.
