Bolsonaro em crise: internação causa choque! Ministro Moraes decide contra prisão domiciliar do ex-presidente, gerando revolta em Paulo Cunha Bueno. Detalhes chocantes!
O advogado Paulo Cunha Bueno, defensor de Jair Messias Bolsonaro, manifestou sua insatisfação com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), após a internação do ex-presidente devido a febre, crises de vômito e baixa oxigenação.
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A declaração, feita em publicação no X (antigo Twitter) em 13 de março de 2026, veio após o ministro negar um pedido de prisão domiciliar, considerando que a situação apresentada pelo ex-presidente era grave e reiteradamente prevista em laudos recentes.
Cunha Bueno citou a decisão que permitiu a prisão domiciliar de caráter humanitário de Fernando Collor de Mello, condenado por corrupção, destacando que o ex-presidente Bolsonaro também recebeu essa garantia sem a necessidade de um diagnóstico médico detalhado.
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O advogado ressaltou a diferença entre o quadro clínico do ex-presidente e o de Collor, que sofria de apneia do sono e princípio de Parkinson.
O caso envolveu um laudo médico elaborado em 6 de fevereiro, com base em exame clínico e análise da documentação da defesa. Peritos discordaram de um diagnóstico de pneumonia bacteriana não especificada, anemia por deficiência de ferro, sarcopenia e depressão.
O laudo listou diversas doenças crônicas de Bolsonaro, incluindo hipertensão arterial sistêmica, síndrome da apneia obstrutiva do sono grave, obesidade clínica, aterosclerose sistêmica, doença do refluxo gastroesofágico, queratose actínica e aderências intra-abdominais.
O documento recomendou a otimização dos tratamentos e medidas preventivas, com foco em atividade física e fisioterapia.
A Procuradoria Geral da República (PGR) se manifestou contra a concessão da prisão domiciliar humanitária, seguindo o entendimento do procurador-geral Paulo Gonet. Moraes justificou a decisão, argumentando que Bolsonaro tinha direito a atendimento médico contínuo, fisioterapia, assistência religiosa, visitas permanentes e a presença de advogados e terceiros.
O relator também mencionou registros de visitas e tratamentos realizados no Complexo Penitenciário da Papuda, onde o ex-chefe de Estado cumpre pena.
Em 15 de janeiro de 2026, durante uma avaliação médica, Bolsonaro caiu e bateu a cabeça em sua cela na Superintendência Regional da Polícia Federal. Foi levado ao DF Star para exames, com um dos médicos de sua equipe, Brasil Caiado, sendo responsável pela avaliação.
Houve suspeita de que a desorientação que causou a queda foi resultado da interação de medicamentos para crises de soluços. O ex-presidente foi internado após uma crise de vômitos em 20 de fevereiro, informada pelo filho Carlos Bolsonaro, que não detalhou a causa.
O médico Cláudio Birolini, que está saindo de São Paulo para Brasília para avaliar Bolsonaro, já solicitou exames para analisar o quadro clínico do ex-presidente. Ele informou que já pediu os exames para realizar a avaliação no local. O caso se agrava com o histórico de saúde do ex-presidente, incluindo a cirurgia para correção de hérnia inguinal bilateral em 2025 e a crise de vômitos em fevereiro de 2026.
Autor(a):
Ambientalista desde sempre, Bianca Lemos se dedica a reportagens que inspiram mudanças e conscientizam sobre as questões ambientais. Com uma abordagem sensível e dados bem fundamentados, seus textos chamam a atenção para a urgência do cuidado com o planeta.