Bolsas da Europa fecham sem tendência definida com incertezas sobre o conflito no Oriente Médio

Incertezas sobre o conflito no Oriente Médio e a expectativa pela ata do Fed mantêm as bolsas europeias em um dia sem tendência definida.

19/08/2026 16:01

2 min

Bolsas da Europa fecham sem rumo único com expectativa de ata do Fed
Bolsas da Europa fecham sem rumo único com expectativa de ata do...

As bolsas europeias encerraram o dia sem uma tendência definida nesta quarta – feira, 19, em um pregão marcado pela falta de ímpeto. A incerteza causada pelo conflito no Oriente Médio e a expectativa pela ata da reunião de política monetária de julho do Federal Reserve (Fed) impactaram os mercados.

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Em Londres, o FTSE 100 registrou alta de 0,14%, fechando a 10.743,35 pontos. Já em Frankfurt, o DAX subiu apenas 0,01%, para 26.129,78 pontos. Por outro lado, Paris viu seu CAC 40 cair 0,09%, a 8.501,91 pontos.

Na Itália, o FTSE MIB teve uma queda mais acentuada de 0,75%, fechando a 52.618,20 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,55%, encerrando a 19.825,07 pontos. Lisboa também não escapou da tendência negativa: o PSI 20 perdeu 0,71%, terminando a 9.238,90 pontos.

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Os números apresentados são preliminares.

Setores em destaque

A venda generalizada observada na terça – feira no setor de tecnologia (-0,32%) perdeu força nos mercados europeus nesta quarta – feira. Em contrapartida, o setor de produtos químicos se destacou com uma alta de 0,19%. Em Londres, as mineradoras lideraram os ganhos; a Rio Tinto foi um dos destaques ao registrar um aumento de 3,48% em suas ações.

No entanto, nem todas as empresas tiveram um desempenho positivo. A Trainline enfrentou uma queda significativa de cerca de 14% após a Autoridade de Concorrência e Mercados (CMA) do Reino Unido iniciar uma investigação sobre práticas de precificação relacionadas ao site que vende passagens de trem e ônibus.

Impactos da inflação e declarações do BCE

O conflito no Oriente Médio está pressionando a inflação na Europa. Tanto na zona do euro quanto no Reino Unido, a taxa anual de inflação ao consumidor subiu para 2,9% em julho. Esse número afasta ainda mais os índices das metas estabelecidas em 2% pelo Banco Central Europeu (BCE) e pelo Banco da Inglaterra (BoE.

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O dirigente do BCE e presidente do Banco Central da Finlândia, Olli Rehn, comentou que até agora não há sinais claros de efeitos colaterais resultantes da guerra e destacou que a formulação da resposta política adequada ao choque de oferta é fundamental para as ações do banco central.

Christine Lagarde, presidente do BCE, enfatizou que a Europa não pode “se dar ao luxo” de perder a revolução digital impulsionada pela inteligência artificial (IA), como ocorreu em outras ocasiões.

Autor(a):

Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.

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