Bitcoin supera US$ 90 mil nesta sexta-feira (2) em meio a expectativas sobre o relatório de emprego dos EUA. O que isso significa para o mercado? Descubra!
Na tarde desta sexta-feira (2), o bitcoin registrou um avanço, superando a marca de US$ 90 mil. O mercado continua atento aos dados econômicos dos Estados Unidos, aguardando o relatório de emprego da próxima semana, que pode influenciar as expectativas sobre cortes nas taxas de juros do país.
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Por volta das 16h55 (horário de Brasília), o bitcoin apresentava uma alta de 1,86%, cotado a US$ 89.916,00, enquanto o ethereum subia 4,3%, alcançando US$ 3.122,09, conforme informações da plataforma Coinbase. Após um início de manhã positivo, os ganhos se intensificaram, permitindo que a principal criptomoeda fosse negociada novamente acima de US$ 90 mil, um nível que tem enfrentado dificuldades para se manter desde o início de dezembro.
De acordo com a Investtech, a tendência de alta pode persistir se a moeda se mantiver acima do nível de resistência de US$ 88 mil. Os analistas consideram a perspectiva “ligeiramente positiva” para o curto prazo. No entanto, a Inversion, uma empresa de investimentos em criptomoedas, observa que o sentimento no mercado é bastante negativo, caracterizando uma fase “mais desconfortável”, onde os preços não acompanham o aumento na adoção da criptomoeda.
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Por outro lado, a CryptoQuant prevê que o preço do bitcoin pode cair para US$ 56 mil em 2026, devido à diminuição na demanda. No contexto macroeconômico, as atenções se voltam para a escolha do próximo presidente do Federal Reserve, que deve ser anunciado ainda neste mês de janeiro, conforme declarado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
Além disso, dados que podem impactar a trajetória dos juros do país são esperados na próxima semana.
Hoje, os investidores também observaram a queda do PMI industrial (índice de gerentes de compras) dos Estados Unidos, que confirmou as expectativas do mercado.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.