Bitcoin sobe 1,10% e atinge US$ 66.982,39, mas CEO da Coin Bureau alerta para possíveis quedas. O que esperar do futuro das criptomoedas? Clique e descubra!
Nesta quinta-feira (19), o bitcoin registrou uma alta, operando em um cenário de pequenas variações enquanto aguarda por catalisadores mais significativos. Analistas têm destacado o fluxo institucional, onde as entradas e saídas em fundos negociados em bolsa (ETFs) podem indicar os próximos movimentos dos preços do ativo.
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Por volta das 17h10 (horário de Brasília), o bitcoin subia 1,10%, alcançando o valor de US$ 66.982,39. Em contrapartida, o ethereum apresentava uma leve queda de 0,03%, cotado a US$ 1.939,02, conforme dados da plataforma Binance.
O CEO da Coin Bureau, Nic Puckrin, alerta que novas quedas podem ocorrer para as criptomoedas. Segundo ele, “o bitcoin ainda não atingiu o fundo do mercado de baixa”. Puckrin prevê uma possível queda do bitcoin para até US$ 55.000, com uma “capitulação ainda maior” à vista, uma vez que o volume de negociação à vista está no nível mais baixo desde 2023.
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Ele acrescenta que “provavelmente haverá mais sofrimento pela frente, a menos que haja uma mudança clara na liquidez, como a redução das taxas de juros, um dólar mais fraco ou entradas significativas em ETFs”.
Rony Szuster, diretor de Pesquisa do Mercado Bitcoin, ressalta que os fluxos institucionais continuam sendo o principal fator de curto prazo. Os ETFs de bitcoin registraram mais de US$ 230 bilhões em saídas nas últimas duas sessões, marcando a quinta semana consecutiva de saldo negativo.
Szuster observa que os ETFs de ethereum seguem um padrão semelhante. Ele explica que esse movimento reflete uma redução tática de exposição em meio a uma maior incerteza macroeconômica, sem necessariamente indicar uma mudança estrutural na tese de investimento.
No que diz respeito ao cenário regulatório, os sinais são mistos. A participação do CEO da Ripple Labs em um comitê da Commodity Futures Trading Commission sugere uma maior abertura ao diálogo institucional, enquanto o avanço do Market Clarity Act enfrenta resistência de grandes bancos.
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Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.