Netanyahu desmente boatos sobre sua morte em vídeo
No último domingo (15), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, divulgou um vídeo para desmentir rumores sobre sua morte, que surgiram durante o conflito no Oriente Médio. Desde a tarde de sexta-feira (13), o Google Trends registrou um aumento significativo nas buscas relacionadas ao estado de saúde do premiê, com perguntas como “Netanyahu está morto?” e “Netanyahu está vivo?”.
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O pico de interesse ocorreu na noite de sábado (14), e o tema se tornou um dos mais comentados nas redes sociais, incluindo o X.
No vídeo, gravado em uma cafeteria, Netanyahu é abordado em hebraico por um interlocutor que menciona os rumores sobre sua morte. O primeiro-ministro faz um trocadilho com a palavra “met”, que significa “morto” em hebraico, e a expressão “met al”, que pode ser interpretada como “morrer de amores por”.
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Ele afirma: “Eu morro [de amores] por café. E quer saber? Eu morro [de amores] pelo meu povo, a forma como eles se comportam é fantástica”.
Mensagem à população israelense
Netanyahu também se dirigiu à população, elogiando a resiliência dos cidadãos e incentivando-os a sair para tomar ar, mas sempre próximos a um espaço protegido. “Sua resiliência é incrível, dá força a mim, ao governo, às FDI [Forças de Defesa de Israel] e ao Mossad”, destacou.
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Ele mencionou que o governo está realizando ações que não pode compartilhar no momento, mas garantiu estar “com muita força, inclusive hoje”.
O primeiro-ministro pediu que a população continue seguindo as instruções do Comando da Frente Interna e dos prefeitos, sempre atenta às orientações de segurança. “Nós aliviaremos [as restrições] o máximo possível. E obrigado pelo café, está excelente, não sei quanto às calorias”, finalizou Netanyahu.
Novas ofensivas no Oriente Médio
Na manhã deste domingo (15), novas ondas de ataques foram registradas. As FDI informaram que o Exército israelense lançou uma série de ataques massivos contra a infraestrutura do regime terrorista iraniano no oeste do país. Um porta-voz das FDI declarou à CNN que a campanha de ataques contra o Irã deve continuar por pelo menos mais três semanas.
