Belo Horizonte em Ação: Repúdio ao Golpe e Celebração do Memorial Ocupado!
Belo Horizonte em choque! Manifestação repudia golpe de 64 e celebra 1 ano do Memorial dos Direitos Humanos Ocupado. Ato crucial contra a ditadura!
Em 1º de abril de 2026, movimentos sociais, entidades sindicais e ativistas de direitos humanos se mobilizam em Belo Horizonte para marcar um ato público de repúdio ao golpe de 1964 e celebrar o primeiro ano de ocupação do Memorial dos Direitos Humanos Ocupado.
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A manifestação, que acontecerá às 17h, ocorre no local, que antes abrigava órgãos de repressão como o Dops e o DOI-Codi, e busca fortalecer a memória da ditadura empresarial-militar e a luta por justiça e reparação.
Reabertura e Gestão Popular do Memorial
A reabertura do Memorial, após anos de interrupções, foi liderada por movimentos sociais em 1º de abril de 2025. Desde então, o espaço tem recebido visitas guiadas e eventos culturais, com um público estimado em mais de 8 mil pessoas que participaram de atividades de formação e pesquisa.
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A Associação do Memorial Ocupado, que foi fundada para garantir a continuidade do espaço como centro de memória e denúncia, desempenha um papel fundamental na gestão popular do local.
Denúncia e Reconhecimento do Memorial
O Memorial, tombado em nível municipal e estadual e em processo de reconhecimento federal, serve como um local de denúncia dos entraves institucionais e das violações de direitos cometidas durante a ditadura. A disputa legal em torno do espaço, que envolve ações judiciais e uma denúncia em análise no Conselho de Direitos Humanos da ONU, demonstra a importância do local para a defesa da memória e dos direitos humanos.
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A situação também foi marcada por um cerco policial ao local nos primeiros dias da ocupação, considerado ilegal pelos movimentos.
Compromisso com a Democracia e a Memória
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte (Sind-Rede/BH) ressalta a importância de manter viva a memória histórica, enfatizando que “não podemos esquecer, para nunca mais acontecer”. O sindicato defende que a luta por memória, verdade, justiça e reparação deve caminhar junto à defesa de direitos no presente, incluindo o enfrentamento à violência institucional.
A manifestação de 4 de abril de 2026 convoca a população a participar não apenas como forma de rememorar o passado, mas também de afirmar compromissos com a democracia e a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.