Banco do Brasil fortalece apoio ao agronegócio e sustentabilidade com R$ 1,5 bilhão em investimentos

Banco do Brasil reafirma seu compromisso com o agronegócio e a sustentabilidade, garantindo R$ 1,5 bilhão para projetos na Amazônia. Descubra mais!

Banco do Brasil Reafirma Compromisso com o Agronegócio e Sustentabilidade

O Banco do Brasil reafirma seu compromisso com o financiamento do agronegócio, mesmo diante do aumento da inadimplência no setor. De acordo com José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do banco, a carteira de crédito é direcionada a projetos sustentáveis, uma preocupação crescente no mercado.

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Durante o Eco Invest Brasil, realizado na segunda-feira (25), Sasseron enfatizou a relevância dos investimentos em sociobioeconomia.

“Na nossa carteira, uma grande parte é destinada à produção sustentável e de baixo carbono. Incentivamos que o setor se torne cada vez mais sustentável, como demonstrado na segunda parte do leilão, onde os recursos foram alocados para projetos de reflorestamento.

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Além de apoiar o agro, buscamos um campo mais sustentável”, declarou à CNN Brasil.

Captação de Recursos e Investimentos na Amazônia

O Banco do Brasil liderou a captação de recursos no quarto leilão do Eco Invest, garantindo R$ 1,5 bilhão para projetos de sociobioeconomia, turismo sustentável e infraestrutura na Amazônia Legal. Essa operação possibilitou uma alavancagem superior a quatro vezes o valor captado, resultando em R$ 6,4 bilhões em investimentos na região.

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Com esse resultado, o banco se consolidou como a principal instituição financeira da rodada, reforçando sua atuação na mobilização de capital para projetos voltados à transição sustentável e ao desenvolvimento regional. “Participamos com R$ 1,5 bilhão de capital catalítico, o que representa quase 0,5% de tudo o que foi leiloado.

Esses recursos serão investidos em bioeconomia, permitindo um investimento adicional de R$ 6,4 bilhões”, destacou Sasseron.

Fases do Leilão e Desempenho do Banco

Na segunda etapa, dedicada à recuperação de áreas degradadas, o banco captou R$ 4,2 bilhões, estruturando uma oferta total de R$ 6,8 bilhões. Na terceira fase, foram captados R$ 1 bilhão, com potencial de investimento de até R$ 3 bilhões em empresas ligadas aos setores de transição energética, economia circular e infraestrutura.

Sasseron ressaltou que o desempenho do Banco do Brasil evidencia sua capacidade de estruturar soluções financeiras voltadas à sustentabilidade. “O resultado obtido no quarto leilão do Eco Invest reafirma nossa habilidade de criar soluções financeiras robustas para apoiar a transição sustentável do país”, explicou.

Direcionamento de Recursos e Histórico no Eco Invest

“Ao direcionar recursos a projetos com potencial transformador na Amazônia Legal, o Banco reforça seu papel como indutor do desenvolvimento regional, da inovação e da economia de baixo carbono”, afirmou Sasseron. Mesmo antes da liberação total dos recursos, o Banco do Brasil já trabalha na estruturação de operações alinhadas às diretrizes do Tesouro Nacional para atrair capital privado e ampliar investimentos sustentáveis.

O histórico do banco no Programa Eco Invest inclui participação nas três etapas anteriores. Na primeira fase, voltada a projetos de transição energética, economia circular e infraestrutura verde, a instituição captou R$ 800 milhões, viabilizando R$ 4,8 bilhões em investimentos, com recursos já contratados por 31 empresas.