PIX revoluciona o Brasil! Banco Central anuncia mudanças inovadoras a partir de 2026. Novas funções, pagamentos offline e crédito para autônomos. Saiba mais!
O Banco Central está preparando uma série de mudanças no sistema PIX, com o objetivo de modernizar a forma como as pessoas e empresas realizam pagamentos e transações financeiras. As alterações, que começam a ser implementadas a partir de 2026 e 2027, prometem impactar desde o pagamento de contas e compras até a quitação de impostos e a obtenção de crédito.
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Uma das principais inovações será a introdução da cobrança híbrida, que permitirá que o mesmo QR Code seja utilizado tanto para pagamentos via PIX quanto para o pagamento tradicional por meio de boleto bancário. Essa medida, que se tornará obrigatória a partir de novembro de 2026, trará mais comodidade para os clientes e poderá reduzir custos operacionais para as empresas.
Outra mudança significativa será a possibilidade de pagamento de duplicatas escriturais, ou títulos de crédito, diretamente pelo PIX. Essa iniciativa facilitará a antecipação de recebíveis para as empresas, proporcionando atualizações de dados em tempo real e diminuindo os custos operacionais.
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A medida também se alinha com o novo modelo de pagamento de tributos em tempo real da Receita Federal, em vigor com a reforma tributária sobre o consumo.
A partir de 2027, a Contribuições sobre Bens e Serviços (CBS) poderá ser paga automaticamente no momento da compra, quando a transação for eletrônica. Isso aumentará a transparência sobre os valores dos impostos, simplificará o recolhimento para as empresas e reduzirá o risco de inadimplência tributária.
Além disso, o Banco Central busca integrar sistemas de pagamentos instantâneos entre países, permitindo transferências diretas e definitivas.
Mais adiante, o Banco Central também planeja o “PIX em garantia”, que permitirá que trabalhadores autônomos e empreendedores ofereçam seus recebíveis futuros como garantia para empréstimos. Essa modalidade se assemelha a um crédito consignado, adaptado à realidade de quem não possui carteira assinada.
Por fim, o Banco Central está avaliando a possibilidade de pagamentos por aproximação, mesmo sem conexão com a internet, similar ao funcionamento de alguns cartões.
O PIX, que se tornou o principal meio de pagamento do país nos últimos cinco anos, continua a evoluir, buscando atender às necessidades do mercado e impulsionando a economia.
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.