Descubra as novas regras do Banco Central que podem gerar taxas para o PIX em 2026! Entenda como isso afeta pessoas físicas e jurídicas. Não fique por fora!
Na manhã desta quarta-feira (25), o Banco Central abordou uma nova ‘regra’ relacionada a três situações que podem acarretar taxas para o uso do PIX em 2026. O PIX, um sistema de pagamentos instantâneos, foi introduzido em novembro de 2020 e rapidamente se tornou popular devido à sua agilidade nas transações.
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Existem quatro razões principais que fazem do PIX uma opção mais vantajosa em comparação a outros métodos de pagamento, como boletos, cartões de crédito, débito e dinheiro. Contudo, uma dúvida comum é: “O PIX tem taxa?”
De acordo com o Banco Central, a resolução BCB n° 19 de 1/10/2020 estabelece que, para pessoas físicas, empreendedores individuais e MEIs, não há cobrança de taxas ao utilizar o PIX. No entanto, é importante ressaltar que esses grupos podem ser tarifados ao receber um PIX que seja considerado ‘comercial’.
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Para que essa cobrança ocorra, é necessário que algumas condições sejam atendidas.
No caso das pessoas jurídicas, as instituições financeiras podem aplicar tarifas em duas situações específicas. O Banco Central não definiu uma tabela fixa de tarifas, o que significa que os valores podem variar conforme a instituição. Portanto, é fundamental verificar com seu banco os valores aplicáveis para transferências e recebimentos via PIX.
Autor(a):
Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.