
Em 2026, o Banco Central mantém ativo o Sistema de Valores a Receber (SVR), que possibilita aos cidadãos consultar valores esquecidos em bancos e instituições financeiras. Este sistema compila informações sobre montantes que ficaram parados por diversos motivos, como contas encerradas com saldo, tarifas indevidas e sobras de consórcios.
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A criação do SVR visa centralizar esses dados, facilitando o acesso dos cidadãos de maneira descomplicada e sem custos. Atualmente, bilhões de reais ainda estão disponíveis para resgate, conforme dados oficiais do Banco Central. Muitas pessoas desconhecem a existência desses valores devido a mudanças de banco, encerramento de contas ou perda de controle financeiro ao longo dos anos.
Qualquer cidadão pode consultar se possui valores a receber, mesmo que acredite ser improvável. O processo é simples, rápido e totalmente online. Para verificar, basta acessar o site oficial do SVR e informar o CPF, que é o Cadastro de Pessoas Físicas, além da data de nascimento para confirmar a identidade.
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Para empresas, o procedimento utiliza o CNPJ e a data de abertura da empresa.
Se o sistema indicar a existência de valores, o próximo passo é solicitar o resgate. Para isso, o cidadão deve ter uma conta gov.br, um cadastro digital gratuito que permite acessar serviços públicos online. O SVR exige que essa conta esteja no nível prata ou ouro, com a verificação em duas etapas ativada, que adiciona uma camada extra de segurança ao processo.
O sistema também informa a origem do dinheiro e a instituição financeira responsável pelo pagamento. Em muitos casos, é possível optar por receber o valor via Pix, um meio de pagamento instantâneo que permite transferências rápidas. Quando essa opção está disponível, o depósito costuma ocorrer em até 12 dias úteis.
É importante ter cuidado, pois golpistas podem usar o tema de valores esquecidos para aplicar fraudes. O Banco Central alerta que qualquer solicitação de pagamento ou pedido de senha é um golpe. A consulta deve ser feita apenas pelo site oficial.
O SVR também permite consultas em nome de pessoas falecidas. Nesse caso, herdeiros ou representantes legais podem verificar se há valores disponíveis, mas devem apresentar documentos que comprovem o direito ao resgate, como inventário ou procuração.
O mesmo se aplica a empresas encerradas, desde que o representante legal faça a solicitação corretamente.
Por fim, o Banco Central recomenda que a consulta seja realizada periodicamente, uma vez que as instituições financeiras enviam novos dados ao sistema com frequência. Assim, mesmo quem já consultou anteriormente pode encontrar novos valores no futuro.
O serviço permanece ativo em 2026, sendo uma ferramenta essencial para devolver recursos esquecidos aos seus legítimos donos.
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Autor(a):
Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.