O Banco Central anunciou recentemente uma medida importante: a retirada gradual de circulação de algumas cédulas do Real, após 30 anos de uso. A iniciativa, que começou a ser implementada na tarde de terça-feira (10), visa modernizar o sistema financeiro e otimizar as operações do sistema bancário.
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A História das Cédulas
As primeiras cédulas do Real, lançadas em 1994, foram criadas para substituir o cruzeiro real. Posteriormente, em 2010, foi introduzida uma nova família de cédulas, representando uma evolução no design e materiais utilizados. As notas apresentam, em um lado, a efígie da República e, no outro, representações da fauna brasileira.
Detalhes das Cédulas
Ao segurar uma cédula contra a luz, é possível observar detalhes como a bandeira nacional nas notas de R$ 5 e R$ 10, a tartaruga na nota de R$ 2, o mico-leão dourado na de R$ 20 e a efígie da República nas notas de R$ 50 e R$ 100. O Banco Central informa que, ao colocar a nota deitada, com o canto esquerdo voltado para você, é possível identificar as letras “BC” nas notas de R$ 2 e R$ 20.
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Motivação da Mudança
A decisão do Banco Central leva em consideração diversos fatores. As cédulas mais antigas, com mais de 30 anos, apresentam desgaste e podem comprometer a identificação de itens de segurança, como marcas d’água. Além disso, a coexistência de dois padrões de cédulas gera custos adicionais para o sistema financeiro e para o comércio automatizado.
Impacto da Padronização
A padronização das cédulas facilitará a operação de caixas eletrônicos e máquinas de venda, garantindo maior agilidade nas transações em espécie. A medida afeta todas as cédulas lançadas no início do Plano Real, incluindo as notas de R$ 1, R$ 5, R$ 10, R$ 50 e R$ 100, além da edição comemorativa de R$ 10 feita em polímero.
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Somente as notas produzidas a partir de 2010 devem permanecer em circulação a longo prazo.
