Banco Central adia lançamento do Drex e redefine futuro da moeda digital em 2026!

O Banco Central adia lançamento do Drex, a moeda digital brasileira, para 2026! Descubra os novos planos e o futuro dessa inovação financeira!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Nova moeda digital do Banco Central será lançada em 2026

Você provavelmente já ouviu falar do Drex, a moeda digital brasileira. No entanto, o Banco Central decidiu desacelerar a implementação do serviço. O projeto surgiu com a intenção de criar uma versão digital oficial do real, mantendo o valor de R$ 1 igual a R$ 1.

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A única diferença seria o formato, totalmente digital e sob controle do Banco Central.

É importante ressaltar que o Drex não se trata de uma criptomoeda como as que circulam na internet. Ele terá regras, fiscalização e a participação dos bancos. A proposta visava tornar pagamentos, transferências e contratos mais ágeis e automáticos, além de facilitar a negociação de ativos digitais e operações de crédito com maior segurança.

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O futuro do Drex

Em novembro de 2025, o Banco Central anunciou que a tecnologia em teste não funcionou conforme o esperado, levando ao encerramento da fase de testes. Em vez de apressar o lançamento da moeda digital, a instituição optou por reorganizar o projeto e desenvolver uma nova estrutura tecnológica, mais simples e eficiente.

Portanto, em 2026, não haverá uma nova moeda digital circulando no Brasil. O foco agora é continuar os estudos e testes, buscando soluções práticas, como a digitalização de ativos e a liquidação segura de operações financeiras. O projeto não foi abandonado, mas sim redirecionado.

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Expectativas para o futuro

A ideia de uma moeda digital oficial ainda está nos planos do Banco Central, mas com cautela e segurança. Para 2026, as mudanças ocorrerão nos bastidores do sistema financeiro, que continuará a evoluir de maneira planejada.

Em resumo, o Drex não desapareceu, mas também não se tornou uma realidade imediata. O Banco Central está concentrado em realizar ajustes técnicos para garantir uma tecnologia segura e confiável, semelhante ao que foi feito com o Pix.

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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