“Das Cinzas” DLC de Avatar: Frontiers of Pandora entrega jornada intensa!
Assuma o papel de So’lek, guerreiro Na’Vi, e reviva a luta contra a Tribo das Cinzas e o vilão Tyler Bukowski.
A expansão da Massive Entertainment, da Ubisoft, foca em vingança e redenção.
Prepare-se para voos épicos, combates em exoesqueletos e a beleza exuberante de Pandora!
Lançada em um momento de grande sucesso com “Avatar: Fogo e Cinzas”, a DLC “Das Cinzas” (From the Ashes) representa a terceira e, potencialmente, a última expansão para “Avatar: Frontiers of Pandora”, um projeto da Massive Entertainment, sob a bandeira da Ubisoft.
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A ideia de concluir essa fase do universo interativo de Pandora com um conteúdo paralelo, mas que complementa a história principal, parece ser um movimento inteligente, focando em uma narrativa mais intensa e com um peso emocional maior.
Diferente da campanha principal, nesta expansão, o jogador não controla o protagonista Sarentu. Em vez disso, assume o papel de So’lek, um guerreiro Na’Vi experiente que já havia sido apresentado anteriormente. A jornada começa durante os eventos narrados em “Fogo e Cinzas”, mas rapidamente se desvia para uma história própria, centrada na luta pessoal de So’lek contra a brutalidade da Tribo das Cinzas e o major humano Tyler Bukowski, um vilão que, apesar de caricato, consegue gerar uma forte aversão imediata, assim como alguns dos antagonistas do primeiro filme da franquia.
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Essa escolha narrativa é um ponto forte da expansão. Em vez de depender de reviravoltas complexas, a história se apoia no desejo de vingança e redenção do protagonista, enquanto ele tenta proteger os poucos laços familiares que ainda restam. É uma abordagem simples, mas que funciona muito bem no contexto de uma DLC com um escopo mais limitado.
Em termos de mecânicas, “Das Cinzas” preserva a estrutura de “Frontiers of Pandora”. Voar nas costas de criaturas aladas, enfrentar soldados da RDA em exoesqueletos e explorar os exuberantes biomas pandorianos continuam sendo o cerne da experiência.
No entanto, o recente modo em terceira pessoa, introduzido em atualizações anteriores, se destaca como a forma ideal de jogar, proporcionando mais controle e uma sensação tátil ao navegar por florestas densas ou bases industriais iluminadas por refletores opressores.
A expansão também traz melhorias pontuais na interface, facilitando a identificação de itens colecionáveis e equipamentos, mesmo em cenários carregados de detalhes.
Com duração aproximada de sete horas, “Das Cinzas” entrega um conteúdo robusto para uma DLC. A progressão é bem dosada, alternando entre sequências de combate mais intensas e momentos de exploração narrativa. Mesmo sem chefes realmente desafiadores ou novidades mecânicas significativas, a campanha prende pelo carisma de So’lek e o desenvolvimento de personagens secundários.
Um ponto positivo é o acesso facilitado: a DLC pode ser iniciada diretamente do menu principal, sem necessidade de concluir a campanha base. Jogadores que embarcarem por ela primeiro, no entanto, notarão apenas uma ausência: o protagonista Sarentu surge como NPC em “Das Cinzas” caso você já tenha finalizado sua própria história.
Visualmente, “Das Cinzas” continua sendo um dos trunfos de “Frontiers of Pandora”. O cuidado com a vegetação alienígena, as luzes volumétricas e o contraste entre a natureza e a tecnologia ainda impressionam. No entanto, o escopo reduzido da DLC se reflete em ambientes mais contidos e em efeitos que parecem menos ambiciosos do que na campanha base.
Apesar disso, a experiência continua sendo muito boa.
Autor(a):
Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.