Atriz de One Piece surpreende: Mikaela Hoover IGNORA anime antes de interpretar Chopper! 🤯 Descubra a estratégia ousada por trás da live-action da Netflix.
A adaptação live-action de “One Piece” da Netflix tem atraído cada vez mais atenção, e a inclusão de Tony Tony Chopper na segunda temporada gerou uma estratégia curiosa. Mikaela Hoover, a atriz responsável por interpretar o personagem em inglês, revelou que optou por não assistir ao anime antes de começar a gravar.
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Essa decisão incomum foi incentivada pela equipe de produção e pelo próprio criador da obra, Eiichiro Oda.
Inicialmente, Hoover considerou estudar o material original, mas recebeu o apoio de Joe Tracz, o showrunner da série, e Steve Welke, um dos produtores. Eles acreditaram que a atriz estava no caminho certo e ressaltaram a confiança depositada em Oda.
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Essa validação foi crucial para Hoover, que preferiu construir sua própria interpretação do personagem, sem tentar replicar a versão do anime.
“Lembro que perguntei se deveria assistir ao anime, e eles me disseram que gostavam muito do que eu estava fazendo e para continuar nesse caminho. Oda-san me escolheu por um motivo”, relatou Hoover. A atriz enfatizou que imitar demais poderia limitar sua capacidade de trazer algo novo ao personagem.
Após as gravações, Hoover assistiu a algumas partes do anime em japonês, reconhecendo o talento da atriz original, mas reafirmando sua decisão inicial. Ela acredita que copiar demais seria um desserviço à essência do personagem.
Além da estratégia criativa, Hoover desenvolveu uma forte conexão pessoal com Chopper, identificando com seus temas centrais, como rejeição, identidade e busca por aceitação. Ela utilizou suas próprias experiências de se sentir invisível ou incompreendida para enriquecer a atuação, descrevendo o papel como algo terapêutico, que a ajudou a revisitar emoções do passado.
“Acho que copiar o anime teria sido um desserviço. Tenho certeza de que os fãs vão reagir de alguma forma, mas precisei deixar tudo isso de lado e confiar na minha interpretação, confiar no trabalho — confiar que é assim que o Oda queria que ele fosse retratado”, concluiu a atriz, sugerindo que essa carga emocional pode ser um dos grandes diferenciais da nova versão do personagem.
Autor(a):
Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.