Ativistas da Flotilha Sumud Libertados Após Retenção em Israel!
Ativistas da Flotilha Global Sumud, Thiago Ávila e Saif Abu Keshek, serão libertados após mais de uma semana de detenção! Saiba como e por que a situação é tão
Libertação de Ativistas da Flotilha Global Sumud Após Mais de Uma Semana de Retenção
Em um desfecho após mais de uma semana de isolamento, a agência de inteligência israelense Shabak anunciou que os ativistas brasileiro Thiago Ávila e espanhol-palestino Saif Abu Keshek, líderes da missão humanitária Flotilha Global Sumud, serão libertados neste sábado (09/05).
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A notícia foi confirmada pela equipe jurídica Adalah, que representa os dois ativistas.
Segundo a Adalah, Ávila e Abu Keshek serão entregues às autoridades migratórias de Israel ainda neste sábado e permanecerão sob custódia até a deportação. A organização detalha que o acompanhamento da situação é crucial para garantir que a libertação da detenção ocorra e que a deportação seja realizada nos próximos dias.
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A decisão de manter os integrantes da missão humanitária retidos veio após o Tribunal Distrital de Beer Sheva, em Israel, ter rejeitado um recurso apresentado pela defesa contra a manutenção das prisões. A decisão, reafirmada na quarta-feira (06/05), determina que os ativistas permanecerão detidos até domingo (10/05), sem a apresentação de acusações formais.
A Adalah classificou a conduta do regime sionista como “ilegal e descabida”, destacando que o tribunal não considerou a falta de autoridade legal do Estado para realizar prisões em águas internacionais, que se configuram como um sequestro. Os ativistas foram sequestrados ilegalmente pela Marinha de Israel em águas internacionais em 30 de maio, e subsequentemente detidos e submetidos a agressões físicas, conforme apurado por Opera Mundi.
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Thiago Ávila e Saif Abu Keshek entraram em greve de fome e se recusaram a beber água em protesto contra o tratamento, demonstrando a gravidade da situação. A Adalah ressaltou que a embarcação dos ativistas estava sob jurisdição italiana, e a operação representa uma violação do direito internacional, sendo que o governo italiano já condenou a ação de Israel como ilegal.