Ataques racistas chocam a Premier League! Wesley Fofana, Hannibal Mejbri e outros jogadores são alvos de ódio online. Descubra os detalhes!
A Unidade de Policiamento de Futebol do Reino Unido está conduzindo investigações sobre uma série de ataques racistas direcionados a jogadores da primeira divisão inglesa. Os incidentes, que ocorreram durante o fim de semana de 21 e 22 de fevereiro de 2026, envolveram atletas de alto nível, incluindo Wesley Fofana (Chelsea), Hannibal Mejbri (Burnley), Tolu Arokodare (Wolverhampton) e Romaine Mundle (Sunderland).
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As mensagens racistas foram divulgadas em suas contas no Instagram, expondo os jogadores a um ciclo de discriminação.
Na segunda-feira, 23 de fevereiro, o Rangers anunciou que dois de seus jogadores, Djeidi Gassama e Emmanuel Fernandez, também haviam sido alvo de ataques racistas em suas redes sociais, após o empate com o Livingston. O clube escocês prontamente reportou o conteúdo à Meta e informou que apresentaria uma denúncia à polícia, demonstrando uma resposta rápida e contundente à situação.
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O Wolverhampton expressou seu horror diante das múltiplas instâncias de abuso racista, reiterando que “Não há lugar para racismo – no futebol, online ou em qualquer lugar da sociedade”. O clube ofereceu apoio inabalável a Tolu Arokodare, destacando que “Nenhum jogador deveria ser submetido a tal ódio simplesmente por fazer seu trabalho”.
O Sunderland, por sua vez, está trabalhando com autoridades para identificar os responsáveis pelo “abuso racista online vil” direcionado a Romaine Mundle, enfatizando que esses indivíduos não representam o clube ou sua comunidade.
A organização antidiscriminação Kick It Out classificou o fim de semana como “um fim de semana terrível de abusos”, ressaltando que os jogadores não podem ser obrigados a tolerar tal comportamento. A entidade enfatizou que “A ação deve seguir” e que “Ninguém mais deve esperar que os jogadores tolerem esse comportamento”.
Wesley Fofana expressou seu ceticismo em relação à punição dos responsáveis, afirmando que “2026, ainda é a mesma coisa, nada muda. Essas pessoas nunca são punidas”. Hannibal Mejbri compartilhou as mensagens abusivas que recebeu, incentivando a educação e a conscientização: “É 2026 e ainda há pessoas assim.
Eduque-se e eduque seus filhos, por favor”.
O porta-voz do primeiro-ministro britânico defendeu que as empresas de redes sociais, como a Meta, devem assumir maior responsabilidade na identificação e punição dos agressores. O representante do governo garantiu que os ministros trabalharão para garantir que as plataformas continuem a proteger as pessoas do abuso, reconhecendo a gravidade da situação e o impacto nos jogadores.
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.