Ataque israelense à usina petroquímica no Irã intensifica tensão regional e provoca retaliação
Ataque à usina petroquímica Karun no Irã gera tensões. Israel confirma o ataque, enquanto o Irã responde com mísseis. O que vem a seguir?
Ataque à Usina Petroquímica no Irã
A usina petroquímica Karun, localizada nas proximidades de Bandar-e-Mahshahr, no sudoeste do Irã, foi alvo de um projétil israelense, resultando em danos em suas instalações. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (8) pelo vice-governador responsável pela segurança da província de Khuzistão, conforme noticiado pela agência de notícias Fars.
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A Força Aérea Israelense também confirmou o ataque à petroquímica, afirmando em um comunicado que “vários alvos no complexo petroquímico em Mahshahr” foram atingidos. Em resposta, a Guarda Revolucionária do Irã mencionou que Nevatim e Tel Nof foram atacados em retaliação a um ataque a instalações de radar no Irã.
Horas antes, a Força Aérea Israelense havia relatado que “mísseis foram lançados do Irã em direção ao território do Estado de Israel”. Em resposta, Israel informou que “os sistemas de defesa estão operando para interceptar a ameaça”.
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Sirenes foram acionadas em Jerusalém nesta segunda-feira, seguidas por explosões significativas.
O clima de tensão se intensificou no oeste e no centro do Irã, mesmo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, supostamente ter solicitado ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, uma abordagem mais cautelosa. Em retaliação, o Irã lançou uma série de mísseis contra alvos israelenses, o que pode comprometer as negociações de paz entre os EUA e o Irã.
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No entanto, Trump reiterou que um acordo para encerrar a guerra ainda é viável.