Ataque dos EUA na Venezuela: 40 mortos e captura surpreendente de Nicolás Maduro

Ataque dos EUA na Venezuela resulta em 40 mortes e captura de Nicolás Maduro. Detalhes chocantes da operação revelam planejamento meticuloso e apoio da CIA.

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Ataque dos EUA na Venezuela resulta em mortes e captura de Maduro

Um ataque realizado pelos Estados Unidos na Venezuela no sábado (3) resultou na morte de pelo menos 40 pessoas, conforme informações de um oficial venezuelano ao jornal The New York Times. A ofensiva culminou na captura do ditador Nicolás Maduro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre as vítimas, estava uma mulher de 80 anos, identificada como Rosa González, que residia em um apartamento em um bairro carente próximo ao aeroporto de Caracas. Seu sobrinho, Wilman González, relatou ao jornal que buscou abrigo ao ouvir os disparos por volta das duas horas da madrugada, enquanto o apartamento ficou em ruínas.

Wilman expressou incerteza sobre o que fará a partir de agora. Um vizinho da família González também comentou sobre a devastação, afirmando ter perdido tudo devido ao ataque. Moradores do edifício informaram que uma segunda mulher foi levada ao hospital após a ofensiva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Planejamento da operação para capturar Maduro

A operação que resultou na captura de Nicolás Maduro surpreendeu muitos, mas, segundo fontes da Reuters, o planejamento estava em andamento há meses. A ação envolveu ensaios detalhados e a criação de uma réplica do esconderijo de Maduro pelas tropas de elite dos EUA, incluindo a Força Delta do Exército.

A CIA desempenhou um papel crucial, fornecendo informações sobre o cotidiano de Maduro, o que facilitou sua captura. Além disso, a agência tinha um “ativo” próximo ao ditador, que monitorava seus movimentos e ajudava a identificar sua localização durante a operação.

LEIA TAMBÉM!

Com todos os preparativos prontos, os planejadores militares aguardaram condições climáticas favoráveis. Às 22h46 de sexta-feira (2), no horário de Washington, a operação foi iniciada, conforme relatado pelo general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA.

O ex-presidente Donald Trump acompanhou a operação de Palm Beach, na Flórida, e comentou que nunca havia visto algo semelhante em suas experiências anteriores.

Autor(a):

Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.

Sair da versão mobile