Astrônomos Capturam Possíveis Imagens da Matéria Escura com Telescópio da NASA

Astrônomos fazem história ao registrar possíveis imagens da matéria escura com o Telescópio Espacial Fermi da NASA, capturando raios gama de colisões inéditas.

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(Imagem de reprodução da internet).

Astrônomos Registram Possíveis Imagens da Matéria Escura

A equipe de astrônomos obteve o que pode ser considerado as primeiras imagens diretas da matéria escura. Utilizando o Telescópio Espacial Fermi de Raios Gama da NASA, os cientistas acreditam ter capturado raios gama gerados pela colisão de duas partículas desse tipo de matéria.

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Segundo algumas teorias, a matéria escura é composta por partículas que não interagem com a força eletromagnética, o que significa que não absorvem, refletem ou emitem luz. Por essa razão, sua observação anterior se baseava nos efeitos que exerce sobre a matéria visível.

Detecção de Raios Gama

No estudo recente, os pesquisadores afirmam ter finalmente detectado os raios gama resultantes da colisão de partículas de matéria escura. O professor Tomonori Totani, do Departamento de Astronomia da Universidade de Tóquio, comentou: “Se isso estiver correto, seria a primeira vez que a humanidade ‘viu’ matéria escura.

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Essa nova partícula não está incluída no modelo padrão atual da física de partículas, representando um grande avanço na astronomia e na física”.

A matéria escura foi identificada pela primeira vez na década de 1930, quando o astrônomo suíço Fritz Zwicky notou uma estrutura invisível que mantinha galáxias em movimento mais rápido do que sua massa permitiria, sugerindo a presença desse tipo de partícula.

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Verificação dos Resultados

Os registros que supostamente mostram a matéria escura pela primeira vez ainda precisam ser confirmados por análises independentes de outros pesquisadores. Há a possibilidade de que outro fenômeno tenha sido registrado em vez da colisão de partículas de matéria escura.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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