Astronautas da Skylab revelam fenômenos visuais intrigantes em novas descobertas da Nasa

Astronautas da Skylab relatam fenômenos visuais intrigantes, incluindo flashes de luz e objetos brilhantes. Descubra os mistérios do espaço!

Relatos de Fenômenos Visuais por Astronautas da Skylab

A primeira estação espacial dos Estados Unidos, a Skylab, foi palco de uma série de fenômenos visuais inusitados, conforme relatado oficialmente por astronautas que participaram das missões entre 1973 e 1974. Esses registros estão documentados em relatórios técnicos da Nasa e incluem descrições de clarões luminosos e luzes piscantes observadas do exterior da nave.

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Recentemente, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou uma coleção de registros classificados como “arquivos inéditos” sobre esses eventos. Durante a missão Skylab 2, os astronautas Joseph Kerwin, Charles Conrad e Paul Weitz relataram a frequência de flashes de luz, especialmente durante a noite.

Joseph Kerwin mencionou: “Vimos flashes de luz. Acho que todos nós os vimos. Eu os via com mais frequência quando estava na cama à noite, com os olhos fechados, mas naturalmente acordado. Eles tendiam a aumentar e diminuir de frequência.”

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Descrição dos Clarões e Objetos Observados

Os astronautas descreveram os clarões em diversos formatos, como pontos luminosos e feixes, além de efeitos que lembravam “explosões solares”. Eles especulavam que alguns desses fenômenos poderiam estar relacionados à passagem de partículas cósmicas através do globo ocular.

Na missão Skylab 3, Alan Bean, Owen Garriott e Jack Lousma relataram a observação de um objeto avermelhado extremamente brilhante próximo à estação espacial.

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Owen Garriott comentou sobre o avistamento: “Vimos aquele satélite cerca de uma semana antes do pouso na água. Foi uma das coisas mais incomuns que vimos.” Ele destacou que o objeto tinha uma tonalidade avermelhada e estava em uma órbita muito semelhante à da Skylab, sendo muito mais brilhante do que Júpiter ou qualquer outro planeta.

A tripulação acompanhou o objeto por cerca de cinco a dez minutos antes do pôr do sol, notando que seu brilho variava em intervalos regulares, o que sugeria um movimento de rotação.