As Novas Realidades de Três Estrelas do Entretenimento Brasileiro
O glamour das câmeras e os tapetes vermelhos frequentemente ocultam uma realidade desafiadora. O sucesso financeiro no entretenimento brasileiro pode ser efêmero, e muitos artistas enfrentam dificuldades. No entanto, alguns conseguiram se reerguer e retomar suas vidas com dignidade.
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A seguir, conheça a trajetória de três atores que, após passagens por crises financeiras, vivem de maneira diferente hoje.
1. Maurício Mattar
Maurício Mattar foi um dos galãs mais destacados da década de 90, especialmente por seu papel como Téo na novela “A Viagem”. Contudo, sua carreira sofreu um revés devido a polêmicas judiciais, incluindo processos relacionados a pensão alimentícia e incidentes de trânsito que resultaram na penhora de seus bens.
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Após um infarto em 2019 e um cateterismo, Mattar decidiu mudar sua vida, priorizando a saúde e a paz. Ele se mudou para Minas Gerais, buscando um novo começo.
2. Sérgio Hondjakoff
O ator Sérgio Hondjakoff, conhecido pelo personagem Cabeção em “Malhação”, exemplifica como a dependência química pode afetar carreiras promissoras. Após anos afastado da TV e diversas internações em clínicas de reabilitação, ele enfrentou uma falência pessoal.
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Hondjakoff passou por um período difícil, mas atualmente busca se reerguer e retomar sua carreira no cenário artístico.
3. Marcos Oliveira
Marcos Oliveira, famoso como “Beiçola” em “A Grande Família”, teve sua situação financeira abalada por altos gastos médicos e a perda de contratos. O ponto crítico ocorreu após ser vítima de um golpe financeiro, o que o deixou à beira do despejo.
A solidariedade da atriz Marieta Severo foi fundamental, permitindo que ele se mudasse para o Retiro dos Artistas em abril de 2024. Hoje, Marcos vive com dignidade, com moradia e alimentação garantidas, e se dedica a projetos de dublagem e narração.
Marcos Oliveira em 2026
No ano de 2026, Marcos Oliveira continua residindo no Retiro dos Artistas e retornou aos palcos com a peça “As Loucas de Copacabana”. Ele também se dedica a aulas de dublagem, buscando se manter ativo no mercado e enfrentando o preconceito etário. Sua reinvenção profissional é um exemplo de resiliência diante das dificuldades financeiras e de saúde típicas da terceira idade.
