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As festas juninas projetam um volume de negócios de R$ 7,4 bilhões, com maior influência no Nordeste

Especialistas identificam oportunidades para negócios de diferentes segmentos, desde distribuidores até o setor criativo.

Por: Gabriel Furtado

10/06/2025 4:31

5 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

As celebrações de Santo Antônio, São Pedro e São João, durante o mês de junho, podem gerar um volume de negócios de até R$ 7,4 bilhões, conforme projeções feitas para a CNN.

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O foco se encontra no comércio e no turismo, com ênfase nas áreas de alimentos e têxtil. Contudo, permanece um grande potencial de expansão, que pode ser alcançado com o emprego de tecnologias e investimentos.

O fluxo de R$ 7,4 bilhões ocorre majoritariamente nas regiões Norte e Nordeste do país e entre indivíduos com baixa escolaridade, segundo a professora de Economia da PUC-SP, Cristina de Mello.

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A complexidade abrange turismo, alimentos, confecção, economia criativa, entre outros. Os impactos, destarte, não se limitam à renda. Há crescimento significativo na oferta de empregos temporários e geração de renda para trabalhadores informais, afirma a especialista.

A economista utilizou projeções do Ministério do Turismo de anos anteriores, acrescidas da inflação do período, que foi de 12,18% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e um crescimento de 10%.

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O analista econômico da Fecomércio São Paulo, Guilherme Dietze, aponta que os setores do varejo com maior influência são o de alimentos. No segmento de vestuário, observam-se roupas tradicionais e artesanatos.

Dietze defende que os consumidores de pequeno porte necessitam repor o estoque para preparar refeições tradicionais, adquirindo em mercados e lojas de bairro, ao passo que igrejas, associações e instituições de ensino contam com serviços de distribuidores ao atacado.

Os clientes procuram roupas e artigos que evoquem o tema rural para ocasiões festivas, seja em lojas ou com artesãos.

As festas tradicionais do Nordeste atraem um público de maior poder aquisitivo e movimentam a economia local. A arrecadação nas quermesses proporciona renda aos trabalhadores e contribui para diminuir as desigualdades regionais.

De acordo com dados da Serasa e do Instituto Opinion Box, 65% da população brasileira participa de festas juninas. A grande maioria, 51%, celebra em sua cidade, enquanto 14% viajam para presenciar as festividades em outros municípios ou estados.

O diretor administrativo da consultoria de varejo Gouvêa Malls, Luis Alberto Marinho, considera que o maior impacto econômico das festas juninas se encontra no Nordeste.

Em Campina Grande, Caruaru e outras capitais da festa junina, observa-se um grande impacto para empreendedores, varejistas e centros comerciais. Aqui, de fato, é algo bastante relevante. Principalmente, tudo que envolve serviço e alimentação. Não tanto o varejo tradicional, mas sim impacto sobre serviços, alimentação e, é claro, hospedagem.

Marinho ressalta que cada região pode obter vantagens financeiras por meio de suas celebrações locais. Isso se aplica ao Festival de Parintins, na Amazônia, ao Carnaval — com ênfase no Rio de Janeiro — e às festas de tradição alemã ou italiana, no Rio Grande do Sul.

Dietze aponta que uma parcela da receita gerada pelas festas juninas é direcionada a vendedores ambulantes. Esses trabalhadores informais utilizam o dinheiro como fonte adicional de renda, para cobrir despesas essenciais e quitar dívidas.

Contudo, a professora Cristina de Mello acredita que existe a possibilidade de desenvolvimento de pequenos negócios com o objetivo de elevar a renda e a organização de cadeias produtivas mais complexas.

Os especialistas acreditam que é possível aprimorar as festas juninas e elevar o volume de negócios com as comemorações.

O assessor econômico da Fecomércio São Paulo declara que se faz necessário investimento público e parcerias com marcas para proporcionar melhor infraestrutura às quermesses.

A professora da PUC-SP afirma que fica sob responsabilidade das cidades elaborar um reconhecimento local com as celebrações e construir um calendário de eventos que assegure a manutenção da economia em atividade ao longo do ano.

A tecnologia pode ser aplicada para direcionar as buscas dos clientes aos produtos e serviços disponibilizados nas feiras. O emprego de informações sobre o comportamento do consumidor possibilita promoções segmentadas e mais adequadas, elevando a taxa de conversão, afirma o sócio e co-CEO da A&EIGHT, Renato Avelar.

O emprego de dados é sempre relevante, pois auxilia na recomendação de produtos com base em compras prévias e na criação de conteúdos relevantes nos canais da marca. No ambiente físico, o atendimento consultivo, o conhecimento sobre a tradição junina e a ambientação do espaço são diferenciais, afirma Avelar.

O co-CEO da A&EIGHT sugere que outra via para o desenvolvimento das festas juninas é o marketing de influência em âmbito regional, por meio de parcerias com influenciadores, afiliados locais, chefs de cozinha e artesãos, o que pode aumentar a autenticidade e as ações promocionais.

No ambiente digital, campanhas segmentadas por localização e padrões de consumo elevam a eficácia do alcance do público.

Para a implementação de tecnologias, é necessário atender às diversas buscas dos consumidores, pondera Mello.

Representa uma clara expressão cultural, porém há uma resistência à transformação nesses casos. A questão é equilibrar aqueles que buscam experiências modernas e aqueles que buscam experiências mais tradicionais, finaliza.

Tribunal determina que Kopenhagen não possui exclusividade do uso da expressão.

Fonte por: CNN Brasil

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Foto do Gabriel Furtado

Autor(a):

Gabriel Furtado

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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