Aryna Sabalenka, atual número 1 do mundo, revela desafios do calendário da WTA e sua luta por saúde em meio a torneios exigentes. Descubra sua estratégia!
A atual número 1 do mundo, Aryna Sabalenka, expressou sua intenção de evitar a participação em alguns torneios nesta temporada, visando preservar sua saúde em um calendário que ela descreveu como “insano”. Apesar do risco de punições pela WTA, a atleta está determinada a priorizar seu bem-estar.
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De acordo com as normas do circuito, as jogadoras de elite devem competir em quatro torneios do Grand Slam, dez eventos WTA 1000 e seis WTA 500. As penalidades por não comparecimento incluem a perda de pontos no ranking e multas. Em 2025, Sabalenka participou de apenas três torneios WTA 500 — Brisbane, Stuttgart e Berlim — resultando em descontos de pontos, assim como outras jogadoras de alto nível, como a número 2 do mundo, Iga Swiatek.
“Mesmo com resultados consistentes, em alguns torneios eu joguei doente ou estava exausta devido ao excesso de jogos. Nesta temporada, tentaremos gerenciar melhor isso, mesmo ciente das multas que podem vir no final do ano. É complicado, pois não se pode pular os torneios 1000.
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Acredito que o que fazem é insano e parece que estão mais preocupados com seus próprios interesses do que com o bem-estar das jogadoras”, completou a bielorrussa.
Os circuitos feminino têm enfrentado críticas por suas longas temporadas de 11 meses. A pressão aumentou durante a chamada “perna asiática” no final do ano passado, quando o número de lesões cresceu significativamente. Em setembro, a WTA afirmou à Reuters que o bem-estar das atletas é uma prioridade e que está ouvindo opiniões sobre o calendário, buscando melhorias para 2024 e um aumento na compensação financeira.
Autor(a):
Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.