Arrecadação recorde de R$ 21,8 bi impressiona e afeta déficit fiscal em 2026

Governo arrecada R$ 21,8 bilhões em petróleo! Aumento de 9,8% impulsiona resultados. David Athayde comenta déficit fiscal e regra de ouro. Saiba mais!

30/05/2026 15:52

2 min

Arrecadação recorde de R$ 21,8 bi impressiona e afeta déficit fiscal em 2026
(Imagem de reprodução da internet).

O governo federal anunciou nesta quinta-feira, 28 de maio de 2026, uma arrecadação de R$ 21,8 bilhões proveniente da exploração de petróleo em abril. Esse valor representa um aumento significativo de 9,8% em comparação com o mesmo período de 2025, impulsionado principalmente pelo aumento do preço do petróleo Brent no mercado internacional e pela expansão da produção nacional.

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Análise do Secretário Adjunto do Tesouro Nacional

Segundo o secretário adjunto do Tesouro Nacional, David Athayde, essa arrecadação adicional contribui para diminuir o déficit fiscal, que atingiu R$ 130,6 bilhões em 12 meses, equivalente a 0,97% do Produto Interno Bruto. Athayde ressaltou que o resultado acumulado seria similar ao de 2025, caso não se considerasse o pagamento de precatórios.

Despesas e Regra de Ouro

Apesar da alta arrecadação, as despesas totais apresentaram um aumento de 14,2% no último trimestre, devido ao concentramento de decisões judiciais em março de 2026. A regra de ouro indica uma insuficiência de R$ 184,3 bilhões para o fechamento do ano, um valor menor do que a projeção anterior de R$ 283 bilhões.

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Projeções e Arrecadação Detalhada

As projeções indicam um déficit de R$ 60,3 bilhões para 2026, com uma margem de R$ 4,1 bilhões reservada para garantir o cumprimento da meta fiscal. A arrecadação total subiu 6% em termos reais, com destaque para o Imposto sobre a Renda Retido na Fonte e o Imposto sobre Operações Financeiras.

O Regime Geral de Previdência Social também registrou um aumento de 7,2% devido ao crescimento da massa salarial e do emprego.

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As receitas não administradas, por outro lado, diminuíram 4,7% devido à redução na distribuição de dividendos da Caixa Econômica Federal.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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