A Argentina mira o bicampeonato na Copa do Mundo de 2026! Com a chance de se juntar a Brasil e Itália, a Albiceleste busca repetir a glória do Catar.
A Argentina, atual campeã mundial, chega à Copa do Mundo de 2026 com a oportunidade de se juntar a um seleto grupo na história do futebol. Se conquistar o título nos Estados Unidos, Canadá e México, a Seleção Argentina se tornará a terceira a vencer duas Copas do Mundo consecutivas.
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Até agora, apenas Itália e Brasil alcançaram esse feito, com campanhas que marcaram época.
O desafio para a Argentina é significativo, mas a possibilidade é concreta. Após a vitória em 2022, no Catar, e com uma geração que já fez história, a Albiceleste busca repetir um feito que não ocorre desde o bicampeonato brasileiro em 1958 e 1962.
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Uma nova conquista em 2026 colocaria a Argentina ao lado de duas das maiores potências do futebol mundial.
A trajetória da Argentina na Copa do Mundo de 2022 foi repleta de drama e superação. Na estreia, a seleção sofreu uma derrota inesperada para a Arábia Saudita, o que gerou pressão imediata sobre o time. Contudo, a resposta foi rápida, com vitórias sobre México e Polônia, garantindo a classificação às oitavas de final como líderes do Grupo C.
No mata-mata, a Argentina demonstrou força e equilíbrio. Nas oitavas, venceu a Austrália por 2 a 1, em um jogo controlado, mas tenso nos minutos finais. Nas quartas de final, enfrentou a Holanda em um duelo intenso, decidido nos pênaltis após um empate de 2 a 2 no tempo normal.
A semifinal foi marcada por uma goleada de 3 a 0 sobre a Croácia, consolidando a força da equipe.
A final contra a França ficou na memória como uma das maiores da história das Copas. Em um jogo eletrizante, a Argentina abriu vantagem, viu o adversário reagir, voltou a liderar e terminou empatada em 3 a 3 após a prorrogação. Nos pênaltis, a seleção argentina foi mais eficiente e conquistou o tricampeonato mundial, coroando uma geração que fez história.
A Itália foi a primeira seleção a conquistar dois títulos consecutivos de Copa do Mundo. Em 1934, jogando em casa, os italianos levantaram o troféu em um torneio marcado por forte competitividade. Após avançar nas fases iniciais, a Azzurra superou a Espanha em um confronto difícil, que precisou de jogo desempate.
Na semifinal, venceu a Áustria e garantiu vaga na decisão.
A final contra a Tchecoslováquia foi decidida na prorrogação, com vitória italiana, consolidando o primeiro título mundial do país. Quatro anos depois, em 1938, a Itália chegou à França como campeã e confirmou o favoritismo, com vitórias consistentes nas fases eliminatórias.
Na final, a Itália enfrentou a Hungria e venceu por 4 a 2, garantindo o bicampeonato consecutivo.
O Brasil se tornou a segunda seleção a conquistar Copas do Mundo consecutivas, e muitos consideram que o fez de maneira emblemática. Em 1958, na Suécia, o Brasil apresentou um futebol ofensivo e envolvente. Após uma campanha consistente na fase de grupos, o time cresceu no mata-mata, goleando o País de Gales e superando a França na semifinal, com grande atuação de Pelé.
Na final, o Brasil venceu os suecos por 5 a 2, conquistando o primeiro título mundial e revelando uma geração histórica. Em 1962, no Chile, o Brasil chegou como favorito e confirmou a expectativa, mesmo enfrentando dificuldades. Pelé se lesionou na fase inicial, mas Garrincha se destacou, sendo decisivo nas vitórias sobre Inglaterra e Chile.
Na final, o Brasil venceu a Tchecoslováquia por 3 a 1, garantindo o bicampeonato e consolidando sua posição como potência do futebol mundial.
Autor(a):
Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.