Anvisa proíbe lubrificantes K Med após descoberta de falsificações perigosas

Anvisa proíbe lubrificantes íntimos K Med após descobrir falsificações. Descubra os riscos e como identificar os produtos adulterados!

24/04/2026 15:06

2 min

Anvisa proíbe lubrificantes K Med após descoberta de falsificações perigosas
(Imagem de reprodução da internet).

Proibição de Lubrificantes Íntimos K Med

Nesta sexta-feira (24), uma medida da Anvisa estabeleceu a proibição da comercialização, distribuição e uso de lotes específicos dos lubrificantes íntimos K Med Hot e K Med 2 em 1. A decisão foi tomada após a detecção de unidades falsificadas no mercado, que não apresentam garantia de origem ou composição.

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Em comunicado, a agência reguladora informou que foi alertada pela própria Cimed, fabricante do produto, sobre a adulteração de unidades originais de dois lotes. O alerta destaca que os consumidores devem estar atentos a características que diferem do padrão de fábrica.

Características dos Produtos Falsificados

  • Odor: O produto falsificado tem cheiro de tutti-frutti, enquanto o original é inodoro.
  • Embalagem: Ausência da letra “L” antes do número do lote na codificação.
  • Tampa e Arte: Diferenças no formato da tampa, cores do frasco e erros de digitação nas informações do rótulo.

A Anvisa alerta que produtos de origem desconhecida podem representar riscos à saúde, pois não há controle sobre as condições de conservação e ingredientes utilizados. A CNN Brasil entrou em contato com a Cimed para obter um posicionamento sobre o caso, e a empresa afirmou que está investigando e enviará uma resposta assim que possível.

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Outras Proibições da Anvisa

Além dos lubrificantes, a Anvisa também emitiu um alerta sobre suplementos da marca Vitafor que estão sendo comercializados de forma irregular. A verdadeira fabricante, Vida Forte Nutrientes, confirmou que não reconhece o vendedor e que os produtos são falsificados, conforme informado pela Anvisa.

No site oficial da empresa, há um aviso sobre o uso indevido da marca em canais digitais. Um exemplo mencionado pela agência é o suplemento NAC, que na versão falsificada indica conter lactobacillus e a descrição “plant based”, informações que não estão presentes na formulação original.

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A CNN Brasil tentou contato com a Vitafor para obter um posicionamento sobre a situação, mas não recebeu retorno até o momento.

Autor(a):

Ambientalista desde sempre, Bianca Lemos se dedica a reportagens que inspiram mudanças e conscientizam sobre as questões ambientais. Com uma abordagem sensível e dados bem fundamentados, seus textos chamam a atenção para a urgência do cuidado com o planeta.

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