Aneel aprova reajuste de 8,09% na tarifa da Energia MG a partir de 2026
Reajuste vale para os 2,2 milhões de unidades consumidoras da Energia Minas Gerais e entra em vigor em 8 de agosto.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta terça-feira (4) reajustar em 16,7% a tarifa de energia elétrica dos consumidores residenciais de Santa Maria (RS). O novo valor passa a valer na próxima quinta-feira (6) e também atinge clientes comerciais e industriais da região.
O aumento foi aprovado em reunião da diretoria da agência e vale para a área de concessão da RGE Sul. A distribuidora atende cerca de 1,2 milhão de clientes em 118 municípios do Rio Grande do Sul. A conta de luz fica mais cara para todo mundo que é atendido pela empresa. ## O que muda na conta de luz A revisão tarifária da RGE Sul foi aprovada com efeito médio de 8,49% para os consumidores.
O percentual varia conforme o tipo de ligação. Para residências, a alta é de 9,94%. Já os clientes industriais terão reajuste de 5,94%, e o comércio, 6,49%. O novo valor vale a partir da próxima segunda-feira (9). A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o reajuste em reunião nesta quinta-feira (5). ## O que pesa na conta A Aneel explicou que a revisão anual considera custos com geração de energia, transmissão e distribuição.
Parte do aumento também vem de componentes financeiros e tributos. A empresa responsável pelo serviço na região é a Energisa Minas Gerais. A concessionária atende 72 cidades do estado e tem cerca de 2,2 milhões de unidades consumidoras. O reajuste vale para consumidores residenciais, comerciais, industriais e rurais.
A nova tarifa passa a valer no dia 8 de agosto. ## Como o reajuste é calculado A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o percentual na terça-feira (6). O cálculo leva em conta custos com geração, transmissão e distribuição de energia, além de encargos setoriais.
A revisão tarifária é periódica e definida em contrato. No caso da Energisa Minas Gerais, o índice vale para os próximos 12 meses. ## O que muda na conta de luz Para o consumidor residencial, a alta média é de 8,09%. Já para clientes comerciais, de baixa tensão, o reajuste fica em 7,87%.
Os consumidores de alta tensão, que incluem indústrias e grandes comércios, terão aumento médio de 8,14%. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou o reajuste em reunião na terça-feira (4). Os novos valores passam a valer no sábado (8).
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A distribuidora atende 1,4 milhão de unidades consumidoras em 24 municípios de Goiás, no Distrito Federal e em Minas Gerais. A concessionária afirmou que o reajuste anual é previsto em contrato e que o percentual aplicado reflete os custos de energia, encargos e tributos. ## O que pesa na conta A alta foi puxada principalmente por dois fatores: o custo com a compra de energia e os gastos com transporte.
Juntos, eles respondem por quase 70% da tarifa. Os tributos encareceram 10,5% no período. Já os encargos setoriais subiram 9,5%. O reajuste foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e vale para consumidores atendidos pela companhia. ## Quem paga a conta O aumento atinge os consumidores da área de concessão da Energisa Minas Gerais, que abrange 274 municípios do estado.
A distribuidora atende cerca de 3 milhões de unidades consumidoras. A empresa informou que a nova tarifa entra em vigor na quarta-feira (7). O percentual médio ficou em 10,36% — para consumidores residenciais, o impacto é de 10,23%. ## O que pesa no reajuste A Energisa explicou que o aumento reflete custos com a compra de energia, com a transmissão e com encargos setoriais.
A revisão foi aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que autorizou o reajuste anual da distribuidora. A empresa atende cerca de 3,1 milhões de clientes em 28 municípios de Mato Grosso do Sul. A nova tarifa passa a valer a partir de 8 de janeiro. ## Como ficam as tarifas O reajuste médio é de 5,11% para consumidores residenciais — o que inclui a tarifa social.
Para o grupo de baixa tensão, que abrange residências e pequenos comércios, o aumento médio é de 5,15%. Já os clientes de alta tensão, como indústrias e grandes empresas, terão alta média de 4,95%. ## O que diz a Energisa A Energisa afirmou que o reajuste foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e que o valor é inferior à inflação acumulada no período.
A empresa disse ainda que, sem a medida provisória que reduziu o PISCofins sobre o diesel, o impacto teria sido maior. A distribuidora também informou que a tarifa residencial de baixa tensão terá aumento de 5,83%, enquanto a alta tensão subirá 4,12%.
A revisão vale para os 98 municípios da área de concessão da Energisa Mato Grosso. ## O que muda na conta de luz A nova tarifa entra em vigor em 1º de janeiro de 2026. O reajuste médio é de 5,20%, abaixo da inflação acumulada em 12 meses, que ficou em 5,56% no período.
O efeito médio para consumidores residenciais é de 5,29%. Já para as unidades consumidoras de baixa tensão, como comércios e pequenas indústrias, o impacto médio será de 5,26%. Na alta tensão, que atende grandes indústrias, o percentual fica em 5,06%. ## Por que a conta vai subir?
A revisão tarifária anual considera custos com energia comprada, transmissão e distribuição. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou os novos valores em reunião na terça-feira (6). A empresa afirmou que o reajuste é necessário para manter o equilíbrio financeiro da distribuidora e garantir a continuidade dos serviços.
A nova tarifa vale para os 30 municípios da área de concessão da companhia no interior de São Paulo. ## O que muda na conta de luz O impacto médio para os consumidores residenciais será de 8,16%. Para indústrias e comércios, o aumento é menor: 6,16% na alta tensão.
A bandeira tarifária não muda com o reajuste. O valor extra cobrado nas contas quando falta chuva e o nível dos reservatórios das hidrelétricas cai continua sendo definido pela Aneel, conforme o sistema elétrico nacional. A Elektro, que atende 2,8 milhões de clientes em 228 municípios de São Paulo e Mato Grosso do Sul, afirmou que o reajuste reflete os custos de energia e a atualização anual das tarifas.
A distribuidora também destacou que mantém investimentos na rede de distribuição. ## O que muda na conta de luz A conta de luz fica mais cara para os clientes da Elektro a partir de 2026. O reajuste médio é de 5,65%, com variações conforme a categoria de consumo.
Para consumidores residenciais, o aumento é de 6,71%. Já os clientes de baixa tensão, que incluem pequenos comércios, terão alta de 6,57%. Na alta tensão, que atende indústrias e grandes estabelecimentos, o reajuste é de 4,61%. ## Por que a conta vai aumentar A Aneel aprovou o reajuste em reunião na terça-feira (6).
O aumento vale a partir de 8 de maio. A revisão anual considera a variação de custos com energia comprada, transmissão e encargos setoriais. Também entram na conta os componentes financeiros dos contratos da distribuidora. A Neoenergia Pernambuco atende 3,9 milhões de unidades consumidoras em 184 municípios do estado.
A empresa é controlada pela Neoenergia, que tem a espanhola Iberdrola como acionista. ## O que muda na conta de luz O reajuste vale para consumidores residenciais, comerciais e industriais. A distribuidora informou que o percentual médio a ser aplicado é de 10,85%.
Na prática, o efeito médio para o consumidor residencial será de 10,61%. Já para as contas de luz de alta tensão, o impacto médio é de 11,28%. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou os novos valores na terça-feira (4). A medida passa a valer na quarta-feira (5). ## Por que a conta vai subir A revisão tarifária anual considera custos com geração, transmissão e distribuição de energia.
Também entram na conta os encargos setoriais e a variação da inflação no período. A distribuidora atende 24 cidades da região metropolitana de Belo Horizonte e cita o aumento de custos com energia comprada para o cálculo do novo valor. O reajuste foi definido após análise da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). ## O que muda na prática A conta de luz da Cemig fica mais cara para os consumidores.
A alta vale para todas as modalidades tarifárias e atinge tanto residências quanto comércio e indústria. O percentual médio é de 2,79% sobre as tarifas atuais. Para o consumidor residencial, o impacto é menor: 1,82% de aumento. A revisão foi aprovada pela Aneel e passa a valer no dia 8 de agosto.
A Cemig atende cerca de 10 milhões de clientes em Minas Gerais. ## Como fica a conta de luz A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o reajuste médio de 2,79% para a Cemig. O índice vale para clientes atendidos em alta tensão, como indústrias e comércios de grande porte.
Para consumidores residenciais, o impacto é menor: a alta média fica em 2,18%. Já os clientes de baixa tensão, que incluem residências e pequenos negócios, terão aumento de 2,22%. ## Quando a nova tarifa passa a valer? A Cemig informou que o reajuste entra em vigor em 4 de abril de 2026.
A empresa também anunciou que vai antecipar R$ 1,3 bilhão em investimentos para modernizar a rede elétrica. O aporte extra, segundo a companhia, será aplicado na digitalização da rede, na melhoria do atendimento e na expansão da capacidade de distribuição.
A ideia é reduzir o tempo de interrupção no fornecimento de energia. A concessionária atende cerca de 8,9 milhões de clientes em 774 municípios de Minas Gerais. A Cemig é uma das maiores distribuidoras de energia do país e tem a maior parte de suas ações sob controle do governo estadual. ## O que muda na conta de luz A revisão tarifária da Cemig foi aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e entra em vigor na quarta-feira (7).
O reajuste médio é de 8,6%, com efeitos diferentes para cada tipo de consumidor. Para residências, a alta é de 8,17%. Já os consumidores de baixa tensão, que incluem pequenos comércios e indústrias, terão reajuste de 8,05%. Os grandes consumidores, atendidos em alta tensão, vão pagar 9,06% a mais.
A conta de luz também deve pesar mais para quem usa energia solar em casa. A tarifa para quem gera a própria energia e injeta o excedente na rede subiu 13,7%. ## O que pesa na conta A revisão tarifária anual foi aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Os novos valores passam a valer na quinta-feira (8), para os cerca de 6,2 milhões de clientes da concessionária no Ceará. Entre os fatores que influenciaram o reajuste estão o aumento dos custos com energia comprada de outras usinas e a alta nos encargos setoriais, além de ganhos com a redução das perdas de energia.
A Enel disse que o percentual médio é de 6,24% para consumidores residenciais — e que, para os de baixa renda, o impacto é menor: 4,53%. ## Quem paga mais? A conta varia conforme o perfil de consumo. Para a baixa tensão, que inclui residências e pequenos comércios, o reajuste médio é de 6,24%.
Já a alta tensão — usada por indústrias e grandes empresas — terá aumento médio de 7,12%. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou o reajuste. A nova tarifa vale para os cerca de 2,5 milhões de clientes da concessionária no estado. ## O que pesa no aumento A alta nas contas reflete os custos de energia comprada pelas distribuidoras e os gastos com transmissão.
Também entram na conta os chamados “encargos setoriais”, que incluem políticas públicas de energia, e a atualização dos valores pelo IPCA, o índice oficial de inflação. O reajuste foi autorizado pela agência reguladora e passa a valer a partir da leitura dos medidores de junho.
Na prática, quem recebe a conta em julho já vai sentir o efeito no bolso. O percentual exato aplicado a cada consumidor pode variar conforme o perfil de consumo e a bandeira tarifária em vigor. FONTE: A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (6) um reajuste médio de 8,11% nas tarifas da Enel São Paulo, distribuidora responsável pelo fornecimento de energia elétrica na capital paulista e em outras 23 cidades da região metropolitana.
O novo valor passa a valer na quarta-feira (7). Para os consumidores residenciais, o aumento será de 7,5%. Já para a indústria, o impacto será de 9,54%. O reajuste anual foi autorizado pela agência em decisão tomada durante reunião ordinária realizada nesta terça-feira (6).
A Enel São Paulo atende cerca de 8,2 milhões de clientes na capital e em municípios da Grande São Paulo. A concessionária afirmou que o percentual médio aplicado será de 8,24% — abaixo da inflação acumulada no período. Em nota, a empresa disse que o reajuste é necessário para cobrir custos com energia comprada, transmissão e distribuição.
Também citou investimentos em modernização da rede elétrica. A companhia informou que segue com plano de investimentos de R$ 8,9 bilhões até 2028. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o reajuste anual das tarifas da Enel São Paulo.
O aumento vale a partir de 4 de julho. A decisão foi tomada em reunião extraordinária da diretoria da agência, na quarta-feira (7). O percentual médio do reajuste é de 5,97% para os consumidores residenciais, com efeito médio de 6,26% sobre as tarifas.
Para a baixa tensão, que atende residências e pequenos comércios, o impacto é de 6,35%. Já a alta tensão, usada por indústrias e grandes empresas, terá 6,02%. A conta de luz de quem consome mais de 200 kWh por mês vai pesar um pouco mais no bolso: além do reajuste, entra em vigor a cobrança extra da bandeira tarifária amarela, que acrescenta R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos.
Para os demais consumidores, a bandeira segue verde, sem custo adicional. O reajuste foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e entra em vigor na quarta-feira (8). A distribuidora responsável é a Energisa Minas Gerais, que atende 2,8 milhões de unidades consumidoras em 341 municípios mineiros. ## Como ficam as tarifas O percentual médio aprovado foi de 6,25%.
Para os consumidores residenciais, o impacto é de 6,47%. Já para as unidades de baixa tensão, como comércios e pequenas indústrias, o reajuste chega a 6,45%. No caso das contas de alta tensão, que atendem grandes indústrias e comércios, o aumento médio é de 5,89%.
Os valores foram divulgados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). ## O que pesa no reajuste A Aneel explicou que o reajuste anual é calculado com base em três componentes: custos com energia, com a distribuição e com enc.