Treinador já anunciou pelo menos uma mudança na equipe que venceu a Coreia do Sul por 5 a 0.
O Brasil está se preparando para enfrentar o Japão nesta terça-feira (14), às 7h30 (horário de Brasília), no Estádio Ajinomoto, em Tóquio. Para este amistoso, o técnico Carlo Ancelotti deve realizar alterações na escalação da Seleção Brasileira.
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As mudanças em relação ao time que venceu a Coreia do Sul por 5 a 0 começam no gol, onde Hugo Souza será o titular no lugar de Bento. Além disso, Lucas Paquetá pode ser escalado entre os titulares, uma vez que Estêvão foi diagnosticado com uma leve gripe nos últimos dias.
Assim, a Seleção Brasileira deve entrar em campo com Hugo Souza; Vitinho, Éder Militão, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães; Rodrygo, Matheus Cunha, Estêvão (Lucas Paquetá) e Vini Jr.
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Por outro lado, o Japão estará desfalcado, sem Endo (Liverpool), Maeda (Celtic) e Itakura (Feyenoord). A equipe nipônica deve ser escalada com Suzuki; Seko, Watanabe e J. Suzuki; Ito, Sano, Tanaka, Nakamura, Doan e Minamino; Ogawa.
A história dos confrontos entre Brasil e Japão começou em 1989, com uma vitória brasileira por 1 a 0 no Maracanã. Desde então, os duelos se tornaram frequentes em amistosos internacionais e competições oficiais, com ampla superioridade da Seleção Brasileira.
Em solo japonês, o domínio é ainda mais evidente: foram oito confrontos, todos vencidos pelo Brasil, com goleadas marcantes como 5 a 1 em 1995, 4 a 0 em 2012 e 4 a 0 em 2014. O Japão nunca conseguiu empatar com os brasileiros fora de casa.
As equipes também se enfrentaram em uma Copa do Mundo. No Mundial de 2006, durante a fase de grupos, a Seleção Brasileira venceu os nipônicos por 4 a 1. Ao todo, a Seleção Brasileira marcou 35 gols e sofreu apenas cinco contra os asiáticos.
Os empates ocorreram em 2001 e 2005, ambos fora do Japão, enquanto o último duelo no país terminou com vitória brasileira.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.