Americanas Enfrenta Desafios e Redução de Lojas em 2026
O cenário para uma das maiores varejistas do Brasil continua complexo. A Americanas, que já foi um símbolo de presença em todo o país, encerrou o ano de 2025 com a decisão de fechar 193 lojas. Essa ação, que se soma a um processo iniciado em janeiro de 2023 após a crise financeira, representa uma redução de 22% na rede, gerando dúvidas sobre o futuro da marca no mercado nacional.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Um Império em Transformação
O fechamento de pontos estratégicos, como a unidade no Shopping Iguatemi em São Paulo, demonstra a magnitude dessa mudança. O Facho de Direitos Financeiros (FDR) detalha os números dessa redução e seu impacto nos milhões de clientes que ainda frequentam as lojas físicas da Americanas.
A empresa busca se reinventar, mas os dados indicam uma queda drástica na base de consumidores ativos, levantando questões sobre a estratégia de transformação que está sendo implementada.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Números da Reestruturação
A redução na escala da Americanas é significativa. Inicialmente, a empresa operava com 1.880 lojas, mas atualmente possui apenas 1.470 em funcionamento. Essa diminuição de 11,6% no último ano reflete a necessidade de otimizar o negócio. Além disso, unidades em locais de destaque estão sendo desativadas ou vendidas para concorrentes.
A empresa concentra 99,98% das vendas em lojas físicas, indicando uma forte dependência do modelo tradicional.
LEIA TAMBÉM!
Dados Chave sobre o Encolhimento
Em dezembro de 2025, a Americanas fechou 193 lojas, o que resultou em uma queda de 47,3 milhões de clientes para 40,8 milhões. A empresa busca focar nas vendas em lojas físicas, evidenciando a importância do modelo tradicional para o seu negócio.
O Futuro da Americanas em 2026
A Americanas de 2026 é uma empresa significativamente menor e mais enxuta em comparação com a gigante que era em 2023. A reestruturação, com o fechamento de lojas e a redução da base de clientes, representa um ajuste necessário para a saúde financeira a longo prazo.
Jamille Novaes, redatora e analista de políticas públicas no FDR, destaca a importância de compreender as mudanças na empresa e seus impactos para o consumidor brasileiro.
