Alunos da USP encerram greve após quase 60 dias de paralisação; reitoria não se pronuncia

Alunos da USP encerram greve de quase 60 dias em assembleia decisiva. O que motivou essa mudança? Descubra os detalhes dessa votação impactante!

09/06/2026 05:21

2 min

Alunos da USP encerram greve após quase 60 dias de paralisação; reitoria não se pronuncia
(Imagem de reprodução da internet).

Alunos da USP Decidem Pelo Fim da Greve

Na noite desta segunda-feira (8), os alunos da Universidade de São Paulo (USP) votaram pelo término da greve durante uma assembleia. A decisão, tomada por meio do Diretório Central dos Estudantes (DCE), encerra uma paralisação que durou quase 60 dias, iniciada em 14 de abril de 2025.

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No total, 323 estudantes votaram a favor do fim da greve, enquanto 255 optaram por continuar com as reivindicações. Além disso, pelo menos sete alunos se abstiveram de votar.

De acordo com a deliberação da assembleia, cada curso poderá decidir de forma independente se manterá a paralisação nas respectivas faculdades.

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Reitoria da USP Não Se Pronuncia

A reitoria da USP foi contatada, mas não respondeu ao pedido de posicionamento sobre a votação. O espaço permanece aberto para comentários.

A greve na USP começou em 14 de abril de 2025 e, após três rodadas de negociações sem um acordo, a reitoria decidiu encerrar o diálogo com os estudantes devido a divergências nas pautas discutidas. Em um comunicado oficial, a universidade informou que as reuniões com a representação estudantil totalizaram 20 horas e considerou o diálogo encerrado.

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Ocupação da Reitoria

Os estudantes que participaram da greve conseguiram ocupar a reitoria da USP após derrubarem um portão no início de maio. Os manifestantes exigiam a reabertura das negociações entre o comando da greve e o reitor Aluísio Segurado. Após três dias de ocupação, a Tropa de Choque da Polícia Militar foi acionada.

Na ocasião, a Reitoria da USP divulgou uma nota lamentando a invasão do prédio, classificando o ato como uma “escalada de violência com danos ao patrimônio público”.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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