Alexandre Padilha lança Caderneta Brasileira da Gestante em versão digital no Rio de Janeiro

Alexandre Padilha apresenta a Caderneta Brasileira da Gestante em versão digital, revolucionando o pré-natal e o cuidado materno-infantil no Brasil. Descubra

Ministro da Saúde Lança Caderneta Brasileira da Gestante em Versão Digital

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta terça-feira (12) a nova Caderneta Brasileira da Gestante, agora disponível em formato digital por meio de um aplicativo. O lançamento ocorreu na Maternidade Escola da UFRJ, localizada no Rio de Janeiro.

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A iniciativa tem como objetivo facilitar o acesso às informações de pré-natal e organizar o cuidado materno-infantil após o parto de maneira integrada.

A versão digital da caderneta inclui informações sobre cidadania, abordando temas como saúde mental, luto materno, violência obstétrica e outras questões relevantes no campo da saúde. A integração de diferentes informações é um dos principais diferenciais, permitindo que os profissionais de saúde de cada unidade acessem dados de forma mais ágil.

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Distribuição e Acesso

Em todo o Brasil, aproximadamente 3,2 milhões de cópias impressas da caderneta serão distribuídas, além do acesso gratuito pelo aplicativo Meu SUS Digital. Este aplicativo foi desenvolvido para que as gestantes possam encontrar informações sobre atenção primária de maneira mais eficiente.

O foco principal é a redução da mortalidade materna e o enfrentamento das desigualdades históricas que afetam diferentes regiões e grupos socioeconômicos no atendimento à saúde.

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Campos de Registro e Expectativas

Os campos de registro disponíveis digitalmente para as gestantes cadastradas permitirão a inclusão de informações específicas sobre acompanhantes, métodos de alívio da dor, posições para o parto, expectativas em relação à cesariana e cuidados no período puerperal. “A expectativa é qualificar esse momento tão especial para as famílias brasileiras, que é o momento do parto”, afirmou Padilha.

A estrutura da caderneta também conta com seções dedicadas ao combate às desigualdades sociais, ao racismo institucional e a outras disparidades de gênero e raça que ainda persistem nos indicadores de saúde do país.