Alexandre de Moraes Vota em Denúncia Contra Envolvimento no Caso Marielle

Ministro Moraes decide: nova denúncia contra suspeitos no caso Marielle! Alexandre de Moraes vota para que delegado Giniton Lages e comissário Marco Antonio

(Imagem de reprodução da internet).

Ministro Alexandre de Moraes Vota em Denúncia Contra Agentes Envolvidos no Caso Marielle Franco

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, acompanhou a última sexta-feira, 15, para que o caso contra o delegado Giniton Lages e o comissário de polícia Marco Antonio de Barros Pinto avançasse. A decisão visa torná-los réus, acusados de envolvimento no crime que ceifou a vida de Marielle Franco e Anderson Gomes.

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A denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) aponta para crimes de associação criminosa e obstrução à Justiça.

A 1ª Turma do STF agora aguarda até sexta-feira, 22, o voto unificado de todos os ministros. Anteriormente, em fevereiro de 2026, o colegiado já havia condenado Rivaldo Barbosa, embora ele tenha sido absolvido dos homicídios, a 76 anos e 3 meses em regime fechado, por obstrução de Justiça e corrupção passiva.

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Além disso, Ronald Paulo de Alves Pereira, ex-major da Polícia Militar, e Robson Calixto Fonseca, conhecido como “Peixe”, também receberam sentenças por sua participação no crime.

A abertura desta nova ação penal representa um passo importante na busca por responsabilizar agentes que utilizam o poder do Estado para garantir impunidade. A PGR alega que os investigados atuaram para dificultar a apuração do homicídio da parlamentar e de seu motorista.

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Giniton Lages, na época titular da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) do Rio de Janeiro, liderou as primeiras etapas das investigações, enquanto Marco Antonio de Barros Pinto, ex-chefe da Polícia Civil do Rio, assumiu o comando da corporação momentos antes do atentado em 2018.

O Comitê Justiça por Marielle e Anderson ressaltou que o recebimento da denúncia é um avanço crucial, reconhecendo a existência de estruturas de proteção e obstrução que, segundo as investigações, impediram o esclarecimento do crime. A organização destaca que crimes políticos, execuções extrajudiciais e ataques contra defensores de direitos humanos frequentemente dependem da atuação e da omissão do Estado ou da proteção de agentes estatais para permanecerem sem solução, evidenciando a complexidade do caso e a necessidade de garantir justiça.