Ministro Moraes Autoriza Quebra de Sigilo e Prisão de Funcionários da Receita! 🚨 Investigação aponta vazamento de dados confidenciais de STF. PF age em 3 estados e indiciou 4 suspeitos. Saiba mais!
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu o aval para a quebra do sigilo telemático e fiscal de quatro funcionários da Receita Federal, suspeitos de ter acesso e vazado dados confidenciais de magistrados da Corte e de seus familiares.
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A Polícia Federal (PF) realizou, na tarde de 17 de fevereiro de 2026, mandados de busca e apreensão em três estados brasileiros.
A Secretaria de Imprensa do STF divulgou uma nota do gabinete do ministro, informando que as investigações iniciais identificaram um vazamento indevido de dados sigilosos e “múltiplos acessos ilícitos” ao sistema da Receita Federal, sem uma justificativa funcional aparente.
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O caso está sendo conduzido em paralelo ao inquérito das chamadas “fake news” aberto em 2019, que ainda tramita em sigilo.
Foram formalmente indiciados Luiz Antônio Martins Nunes, Luciano Pery Santos Nascimento, Ricardo Mansano de Moraes e Ruth Machado dos Santos. A ordem do ministro Moraes inclui o afastamento cautelar das funções públicas, a quebra do sigilo telemático e fiscal, a proibição de acesso a prédios da Serpro e da Receita Federal, o recolhimento domiciliar noturno e aos fins de semana com uso de tornozeleira eletrônica, além da proibição de saída do país e do cancelamento de todos os passaportes.
A Polícia Federal foi autorizada a monitorar os suspeitos por meio de tornozeleiras eletrônicas. O ministro Alexandre de Moraes também determinou a abertura de um inquérito para apurar quem acessou informações fiscais de magistrados e de seus familiares, registrando as senhas utilizadas.
O inquérito considera a possibilidade de perícia em computadores e da quebra do sigilo telemático de autoridades, caso as respostas não sejam consideradas suficientes.
Em semanas anteriores à abertura do inquérito, dados pessoais de autoridades foram divulgados em reportagens de veículos de mídia. No caso do ministro Alexandre de Moraes, foi citado o nome de sua esposa, com o Banco Master, no valor de R$ 131,3 milhões em três anos.
Embora o contrato não contenha dados sigilosos, detalhes sobre o funcionamento financeiro do escritório poderiam ter sido extraídos de bases acessíveis ao Coaf ou à Receita Federal. A investigação também se concentra em casos envolvendo o ministro Dias Toffoli, com informações sobre negócios da família que poderiam ter sido obtidos por meio de quebra de sigilo fiscal.
O STF decretou medidas cautelares em relação aos servidores da Receita Federal, incluindo busca e apreensão, afastamento do sigilo bancário e fiscal, proibição de saída do país e determinação de impedimento migratório. Os investigados deverão prestar depoimentos à Polícia Federal, que continuará a apurar o caso.
A Procuradoria-Geral da República destaca que o caso envolve uma possível violação do sigilo fiscal, mas também a exploração seletiva de informações sigilosas para fins de manipulação.
Autor(a):
Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.