Alex Palou é condenado a pagar US$ 12 milhões por violação de contrato
O piloto de IndyCar, Alex Palou, foi condenado a pagar US$ 12 milhões, aproximadamente R$ 63 milhões, por violação de contrato com a McLaren Racing e a Arrow McLaren. A decisão foi anunciada por um tribunal em Londres na última sexta-feira, dia 23.
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O caso surgiu após Palou decidir não cumprir um contrato assinado com as equipes da McLaren em outubro de 2022. O espanhol, que venceu a Indy 500 em 2025, rompeu o acordo para continuar com a Chip Ganassi Racing, que exerceu uma opção contratual.
Inicialmente, a McLaren Racing reivindicou cerca de US$ 31 milhões em indenizações, mas posteriormente reduziu o valor para US$ 20,7 milhões. Apesar da diminuição, a McLaren expressou satisfação com a decisão do juiz Simon Picken. Zak Brown, CEO da McLaren Racing, afirmou que a decisão foi justa e que a equipe cumpriu todas as obrigações contratuais com Palou.
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Reação de Alex Palou e apoio da Chip Ganassi
Palou, por sua vez, contestou a decisão, alegando que a equipe não cumpriu promessas e que não tinha dívidas com a McLaren. Ele destacou que o tribunal rejeitou as alegações da McLaren na Fórmula 1, que inicialmente somavam quase US$ 15 milhões.
O piloto expressou desapontamento com a concessão de qualquer indenização à McLaren.
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A Chip Ganassi Racing está cobrindo os custos legais de Palou no processo. Ganassi declarou que a equipe apoia o piloto e que o foco está nas corridas e na busca por mais um título na NTT IndyCar Series, além de defender a vitória nas 500 Milhas de Indianápolis de 2025.
