Alerta vermelho no Brasil! Grupo de trabalho combate crime organizado e sonegação fiscal. Deputado do PP-RJ revela reunião com presidente da Câmara. Urgente: combate à criminalidade e crimes contra a propriedade intelectual. Saiba mais!
O presidente da Frente Parlamentar pela Brasil Competitivo, um deputado federal do PP-RJ, revelou nesta quarta-feira, 7 de janeiro de 2025, que teve uma conversa com o presidente da Câmara dos Deputados. O objetivo da reunião foi a criação de um grupo de trabalho dedicado a combater o crime organizado, a sonegação fiscal e os crimes contra a propriedade intelectual no Brasil.
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Segundo o parlamentar, o grupo será formado assim que o Congresso Nacional encerrar seu recesso, em 2 de fevereiro.
Um grupo de trabalho é uma ferramenta temporária, utilizada dentro de uma comissão, para analisar em profundidade um tema específico que necessita de estudo detalhado. Diferente das comissões permanentes, que atuam continuamente na elaboração e votação de leis, o grupo de trabalho se concentra em questões pontuais, podendo ouvir especialistas, coletar informações e elaborar relatórios técnicos para subsidiar decisões mais fundamentadas sobre projetos de lei ou políticas públicas.
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O Brasil enfrenta um aumento na presença do crime organizado, conforme apontado em relatório da GI-TOC (Iniciativa Global Contra o Crime Organizado Transnacional) divulgado em novembro de 2025. O país avançou da 22ª para a 14ª posição no Índice Global de Crime Organizado. O país se encontra em um grupo de 66 nações com alta criminalidade e baixa resiliência. Na mesma categoria estão países como México, Camboja, Rússia, Camarões, Etiópia e outros.
Mianmar lidera a lista de países com os piores indicadores. A pesquisa, que analisa dados de 2021 a 2025, avalia tanto o nível de criminalidade quanto a capacidade dos Estados de combater organizações criminosas. A metodologia atribui pontuações de 0 a 10, considerando a estrutura e influência dos grupos criminosos e os mercados ilícitos em que atuam.
O relatório destaca que a falsificação de documentos se tornou um crime cada vez mais atraente, aproveitando a inflação global e as guerras comerciais para atrair consumidores em busca de preços mais baixos. Além disso, o documento aponta para o aumento de vendas de cocaína e drogas sintéticas, o crime financeiro e o cibercrime, além de um mercado de falsificação mais amplo, impulsionado por inovações tecnológicas e perturbações econômicas globais, como a volatilidade da inflação e o aumento da desigualdade. A interconexão de atores estrangeiros e privados também é uma tendência preocupante.
Grupos com infiltração no Estado são o tipo de organização criminosa mais prevalente no mundo, segundo os dados. Em 80 dos 193 países analisados, essas facções exercem influência considerada severa sobre as instituições estatais.
Autor(a):
Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.