Alerta no Palácio: EUA ameaçam Venezuela! Em 2026, Lula enfrenta crise diplomática e risco de intervenção militar. A “Trump Corollary” expõe aposta americana na região. Brasil busca alternativas e evita catástrofe humanitária
Em meados de 2026, o governo do Planalto, liderado por Lula, enfrentava um cenário de crescente apreensão diante da escalada da influência dos Estados Unidos na Venezuela. O episódio, que se desenrolava em um contexto eleitoral, gerava preocupações sobre o futuro da política brasileira e o impacto de uma possível intervenção militar na região.
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A ofensiva americana, impulsionada por uma nova estratégia de segurança, representava um risco significativo para o país. A doutrina, apelidada de “Trump Corollary”, visava reassertar a hegemonia dos EUA no Hemisfério Ocidental, barrando a atuação de outros países e fortalecendo alianças com nações que compartilhassem seus interesses. Essa postura gerava tensões diplomáticas e colocava o Brasil em uma posição delicada, considerando sua relação econômica com a China.
O Planalto acompanhava de perto os eventos na Venezuela, onde o governo de Nicolás Maduro resistia e criticava a nova doutrina americana. A complexidade do cenário venezuelano, com o controle do país distribuído entre instituições, militares e setores da sociedade, dificultava qualquer tentativa de mudança drástica. A instabilidade política e econômica do país, agravada pelo narcotráfico e pela influência de grupos criminosos, representava um desafio para a segurança regional.
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Além disso, o governo brasileiro observava com atenção os precedentes recentes de tentativas de influência externa em processos eleitorais. A situação na Honduras, com a vitória do Partido Nacional, e na Argentina, com a eleição de Javier Milei, levantavam preocupações sobre a manipulação de eleições e a interferência de potências estrangeiras.
Diante desse cenário, o governo Lula adotou uma postura mais firme contra a solução militar na Venezuela. Em entrevistas e discursos, o petista enfatizava que os problemas em disputa, como o tráfico de drogas no Caribe, não justificavam o uso de armas. Ele alertava para os riscos de uma intervenção militar, que poderia gerar uma catástrofe humanitária para o hemisfério.
O chanceler Mauro Vieira acompanhava de perto a evolução do cenário, buscando alternativas diplomáticas para resolver os conflitos na região. A pressão dos Estados Unidos sobre o Brasil aumentava, com a promessa de apoio em caso de intervenção militar.
Em meados de 2026, o Planalto avaliava que o cenário com os EUA seguia volátil, com a possibilidade de novas tensões e conflitos. A disputa por influência na Venezuela representava um teste para a política externa brasileira, que precisava encontrar um equilíbrio entre seus interesses nacionais e a busca por uma solução pacífica para o conflito. O futuro da Venezuela e da América Latina dependia, em grande medida, das decisões que fossem tomadas no Planalto.
Autor(a):
Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.