Ao buscar um carro usado com bom custo-benefício, muitos consumidores se deparam com modelos que, apesar de atraentes, podem se tornar fontes de dor de cabeça. A fragilidade de alguns veículos, especialmente quando adquiridos no mercado de usados, exige atenção redobrada.
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A Auto+ preparou uma lista com cinco tipos de carros que merecem ser evitados em 2026, principalmente se o objetivo é evitar transtornos financeiros e mecânicos.
Modelos como o Chevrolet Onix RS, que utilizam correias banhadas a óleo, apresentam um risco significativo. Embora a tecnologia seja moderna, a durabilidade depende diretamente da manutenção adequada. A utilização de óleo inadequado ou a falta de troca regular da correia podem levar à sua deterioração, causando danos graves ao motor.
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A incerteza sobre o histórico de manutenção de um carro usado torna essa escolha arriscada, mesmo que o veículo seja zero.
A transmissão Powershift da Ford, presente em modelos como o EcoSport, Fiesta e Focus, é conhecida por seus problemas. Essa transmissão de dupla embreagem seca tende a superaquecer, apresentar trancos e, em alguns casos, quebrar com frequência. Muitos proprietários ignoraram os sinais de alerta, agravando a situação e transformando o carro em um prejuízo financeiro.
A compra de um carro com essa transmissão pode representar um risco considerável.
A geração 7 da Peugeot, incluindo os modelos 207, 307 e 407, também figura na lista de carros a serem evitados. Essa linha de veículos é marcada por falhas de câmbio, suspensão frágil e eletrônica complexa, que frequentemente apresentam problemas.
Apesar de os modelos mais recentes da marca terem evoluído, a fama da geração 7 ainda persiste no mercado de usados, influenciando a decisão de compra.
Sistemas de transmissão como Dualogic da Fiat, Easytronic da Chevrolet, Easy’R da Renault e I-Motion da Volkswagen também entram nessa categoria. Embora funcionem, oferecem uma experiência de condução ruim, com trancos e respostas lentas. Além disso, podem apresentar desgaste prematuro e custos de manutenção elevados.
A manutenção, embora mais acessível atualmente, não compensa os riscos associados a esses modelos.
A compra de carros de luxo baratos pode parecer uma oportunidade, mas a realidade é que esses veículos costumam ter manutenção cara, peças de reposição difíceis de encontrar e um histórico de uso nem sempre cuidadoso. Muitos foram blindados ou utilizados intensamente, acelerando o desgaste de componentes como suspensão, freios e estrutura.
A idade do veículo aumenta o risco de negligência na manutenção, elevando o custo total de propriedade.
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Autor(a):
Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.
