Alemanha, México e Estados Unidos garantem liderança em grupos da Copa do Mundo de 2026

A fase de grupos da Copa do Mundo de 2026 se aproxima do fim, com Alemanha, México e Estados Unidos prontos para os desafios dos 16 avos de final

22/06/2026 19:27

4 min

Taça da Copa do Mundo
Taça da Copa do Mundo

A fase de grupos da Copa do Mundo de 2026 está se aproximando do seu desfecho, e os cenários para os 16 avos de final começam a se delinear. Com a ampliação do torneio para 48 seleções, a FIFA implementou um novo sistema de classificação que torna os cruzamentos do mata-mata mais complexos.

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Dos 12 líderes de grupo, poucos enfrentarão diretamente os vice-líderes de outras chaves, enquanto a maioria terá pela frente um dos oito melhores terceiros colocados. A distribuição desses terceiros depende de 495 combinações possíveis, o que mantém muitas incertezas em aberto.

Possíveis Adversários das Seleções Favoritas

A Alemanha já garantiu a liderança do Grupo E e será uma das primeiras equipes a entrar em campo na fase eliminatória. De acordo com o chaveamento oficial da FIFA, o vencedor do Grupo E enfrentará um dos melhores terceiros colocados dos grupos A, B, C, D ou F.

Se a fase terminasse hoje, as seleções que podem ser adversárias da Alemanha são Tchéquia, Bósnia e Herzegovina, Escócia, Paraguai e Suécia. Neste momento, a projeção indica que a Alemanha pode enfrentar a Escócia na segunda fase.

O México também confirmou sua liderança no Grupo A com base nos critérios de desempate. Na próxima fase, os mexicanos se confrontarão com um dos melhores terceiros colocados dos grupos C, E, F, H ou I. As seleções que podem surgir como adversárias incluem Escócia, Equador, Suécia, Cabo Verde e Senegal.

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A definição final dependerá da classificação dos terceiros colocados e da matriz utilizada pela FIFA para o chaveamento. Atualmente, o México deve encarar Cabo Verde na segunda fase.

As Chances das Grandes Seleções

Os Estados Unidos também já asseguraram a liderança do Grupo D e aguardam apenas a definição de seu adversário. O regulamento estabelece que eles enfrentarão um terceiro colocado dos grupos B, E, F, I ou J. Neste cenário atual, as possíveis seleções rivais são Bósnia e Herzegovina, Equador, Suécia, Senegal e Jordânia.

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Como o Paraguai está no mesmo grupo dos norte-americanos, essa combinação é descartada. Assim sendo, os Estados Unidos devem enfrentar o Equador na próxima fase.

O Brasil apresenta um caminho mais claro em sua trajetória no torneio. Caso confirme a liderança do Grupo C, enfrentará diretamente o segundo colocado do Grupo F. Neste momento, essa posição pertence ao Japão, que tem quatro pontos e está atrás dos Países Baixos nos critérios de desempate.

A situação pode mudar conforme as últimas rodadas da fase de grupos se desenrolarem; atualmente, o Brasil deve encontrar o Japão na segunda fase.

A Holanda também está posicionada para um possível confronto interessante na próxima fase. Se terminar em primeiro no Grupo F, enfrentará o segundo colocado do Grupo C; atualmente essa vaga é ocupada pelo Marrocos. Portanto, a Holanda deve encarar o Marrocos na segunda fase caso mantenha sua posição.

As Seleções em Disputa

A França lidera provisoriamente o Grupo I após vencer sua estreia e tem grandes chances de avançar como primeira colocada. Caso isso se concretize, ela enfrentará um dos melhores terceiros colocados dos grupos C, D, F, G ou H. No momento atual das classificações possíveis adversários incluem Escócia e Bélgica; assim sendo, a França deverá encarar Costa do Marfim na segunda fase.

A Argentina lidera o Grupo J com seis pontos após vencer seus dois primeiros jogos; ainda assim não garantiu matematicamente sua primeira posição. Se confirmar essa liderança enfrentará o segundo colocado do Grupo H; nesse momento tal posição pertence ao Uruguai.

Assim sendo, a Argentina deve se preparar para um confronto contra o Uruguai na próxima fase.

Com tantas possibilidades abertas e jogos ainda por acontecer até o fim da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, as seleções buscam garantir suas posições para avançar ao mata-mata com confiança e estratégia.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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