Geraldo Alckmin afirma que a guerra no Oriente Médio não afetará a taxa de juros do Brasil. Descubra suas declarações impactantes e o que vem por aí!
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, declarou neste sábado (14) que não acredita que a guerra no Oriente Médio influencie a decisão do Banco Central (BC) em relação à taxa básica de juros. Alckmin fez suas observações durante uma visita a uma concessionária da Scania nas proximidades de Brasília.
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“Aumentar os juros não vai reduzir o preço do petróleo. Não creio que isso aconteça. A taxa de juros já está muito elevada e isso não é recente, já faz tempo”, afirmou, referindo-se à próxima decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para quarta-feira (18).
Ele ressaltou que, em comparação com outros países, a taxa de juros do Brasil está entre as mais altas do mundo, enfatizando a necessidade de esforços para sua redução. Alckmin também mencionou que o Federal Reserve (Fed) exclui a agricultura e o petróleo de seus cálculos sobre juros, pois acredita que a taxa não ajudará na diminuição dos preços das commodities ou na melhoria das condições climáticas.
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O ministro expressou seu desejo de que a guerra termine rapidamente, pois isso gera problemas globais, mas evitou comentar sobre a possibilidade de novas medidas para controlar os preços dos combustíveis no Brasil. “É importante garantir o abastecimento e evitar a falta de diesel, além de agir para reduzir os preços”, concluiu, referindo-se ao pacote anunciado pelo governo federal na quinta-feira.
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Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.