Alana Cabral brilha em “Três Graças” e desafia estereótipos de finais felizes na TV

Alana Cabral brilha em “Três Graças” e desafia estereótipos de finais felizes. Descubra como sua personagem Joelly traz empoderamento e representatividade!

Alana Cabral Brilha em “Três Graças

A atriz Alana Cabral conquistou o público com sua atuação em “Três Graças”, novela das nove da Globo. No papel de Joelly, ela celebrou o desfecho da personagem, que se formou em medicina, desafiando a ideia tradicional de finais felizes associados ao casamento.

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Carla Marins, que interpretou Xênica na mesma trama, fez uma comparação entre Joelly e Joyce, sua personagem em “História de Amor”. Na novela de 1996, Joyce também engravidou na adolescência e terminou ao lado de um parceiro abusivo. Alana comentou sobre essa mudança de narrativa: “Na época da Carla, ainda era vendida essa imagem de que o final feliz de uma personagem boazinha era se casar.

Já estava mais que na hora de termos personagens com finais que vão além do casamento, que proporcionem um final feliz internamente, com o empoderamento que é ser mulher”.

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Futuros Projetos e Representatividade

Durante a entrevista, Alana também abordou a importância da representatividade e seus planos futuros como atriz. “Espero que tenhamos menos ‘primeiras vezes’, como a primeira menina negra em tal papel. Isso deve se tornar mais comum. Como nosso país é mais de 50% negro, é fundamental que essa proporção esteja refletida na televisão, especialmente em papéis de poder e decisão”, afirmou.

Ela expressou seu desejo de interpretar personagens que provoquem reflexões profundas no público. “Quero fazer algo que mexa com o psicológico das pessoas, que as faça questionar. Por exemplo, a Gerluce foi uma mocinha que causou isso. Desejo uma personagem que surpreenda e que toque os sentimentos das pessoas.

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Quero que elas se questionem sobre o caráter delas ao me ver e assistir”, concluiu Alana.