CEO da Passabot revela 7 estratégias para empreendedores! Startup avaliada em R$15 milhões compartilha insights valiosos. Descubra o segredo do sucesso!
Em uma entrevista exclusiva ao podcast PodSonhar, produzido pelo Poder360, Alan Matheus, fundador e CEO da Passabot, compartilhou insights valiosos sobre sua trajetória no mundo do empreendedorismo. A startup, que utiliza inteligência artificial para otimizar a venda de passagens aéreas via WhatsApp, alcançou uma avaliação de R$15 milhões.
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Matheus delineou sete estratégias cruciais para quem busca transformar uma ideia em um negócio de sucesso.
Matheus enfatiza que a exposição a diferentes desafios e realidades do mercado é fundamental para qualquer futuro empreendedor. Sua própria experiência, que incluiu trabalhos como freelancer na criação de sites e aulas particulares durante a faculdade, moldou sua visão de negócios.
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Essa variedade de experiências, segundo ele, representa um diferencial competitivo, permitindo uma aplicação mais eficaz do aprendizado em todas as operações da empresa.
O CEO ressalta que o ambiente corporativo oferece uma valiosa escola de gestão. Durante sua experiência na BTG Pactual, ele registrava as orientações de seu gestor para replicá-las em seu próprio negócio. “Eu tinha um caderninho onde anotava como meu chefe dava feedback e como ele geria as pessoas.
Eu já estava ali com a intenção de aprender para o meu próprio negócio”, explica. Essa vivência proporciona aprendizados que seriam difíceis de adquirir de outra forma.
A escolha dos parceiros é vista como um fator determinante para a sobrevivência da empresa. Matheus destaca que seus cofundadores compartilham o mesmo nível de comprometimento, trabalhando juntos mesmo em feriados. “O sócio tem que ter a mesma ‘raça’ que você.
Não adianta estar em níveis de dedicação diferentes”, alerta. Ele sugere buscar esses parceiros em ambientes de alta performance, onde as mentalidades estejam alinhadas.
O CEO defende que o foco inicial deve ser na validação da ideia, mesmo que de forma manual. Na Passabot, o primeiro modelo foi testado rapidamente para verificar se as pessoas comprariam passagens pelo WhatsApp, sem uma automação complexa. “A gente não começou com tudo perfeito.
No início, as coisas eram manuais para garantir que o problema estava sendo resolvido. Primeiro você valida a dor, depois você escala com tecnologia”, explica Matheus.
Para o CEO, buscar mentoria e o apoio de quem já trilhou o caminho é um atalho valioso. Ele defende que o empreendedor não deve ter medo de pedir ajuda ou conselhos para pessoas mais experientes. “Ter o apoio de mentores e pessoas que já construíram negócios ajuda você a não cometer erros bobos. É sobre aprender com o erro dos outros para acelerar o seu acerto”, explica Matheus.
Alan recomenda que o empreendedor não tente captar recursos diretamente de grandes fundos de investimento no início. O investidor anjo é considerado o parceiro ideal, pois além do capital, ele traz experiência e ajuda na operação. “O anjo é o cara que dá o braço para você e ajuda a construir a base do negócio.
Já os grandes fundos olham muito mais para números e planilhas”, resume.
Ao captar recursos, Alan alerta para a importância de ser estratégico e não aceitar qualquer proposta. Ele defende que o empreendedor deve entender o valor real da sua empresa e o que o investidor entrega além do dinheiro. “Fundraising não é apenas sobre o cheque, é sobre quem está entrando no barco com você.
Se você for ingênuo, pode perder o controle do negócio ou ceder participação demais cedo demais”, conclui.
Informações Adicionais da Empresa: A Passabot foi fundada em 24 de janeiro de 2025, com sede em São Paulo. A empresa emprega 12 funcionários e opera sob o regime tributário Simples Nacional. Seu faturamento no último ano (2025) foi de R$ 2 milhões.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.