Advogada defende irmã Deolane após prisão decretada em operação do MP-SP e Polícia Civil

Daniele defende Deolane após prisão decretada pela Justiça em investigação do MP-SP. A advogada alega perseguição política e manobra midiática.

Advogada defende irmã após prisão decretada pela Justiça

A advogada voltou a manifestar apoio à irmã, a influenciadora, após a Justiça determinar a prisão da ex-participante durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Polícia Civil. A investigação investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao PCC (Primeiro Comando da Capital).

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Em postagens feitas no Instagram neste sábado (23), Daniele afirmou que a irmã estaria sendo alvo de perseguição política desde que declarou apoio ao presidente nas eleições de 2022. Ela criticou a repercussão do caso, alegando que a prisão estaria sendo utilizada de forma midiática.

Declarações de Daniele sobre a situação

“Você pode não gostar da Deolane. Mas é impossível ignorar que a prisão dela está sendo usada como uma manobra midiática e política para atingir o atual presidente da República. E eu vou falar sobre isso enquanto ainda posso. Porque já não sei até quando permitirão que eu exerça o meu direito de defesa e o direito de defender”, declarou Daniele.

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Ela também mencionou a participação de Deolane em um encontro com Lula, em 2022, como um possível ponto de partida das investigações. “Deolane decidiu se posicionar politicamente, naquela terça-feira [24 de abril de 2022] esteve com o então candidato a presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ela acreditava naquilo que ele defendia. Seis dias depois daquele encontro, um ofício foi enviado pelo MP de São Paulo para que um inquérito fosse aberto em seu nome”, afirmou.

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Investigação contra Deolane

De acordo com a Operação Vérnix, Deolane é suspeita de receber valores relacionados a um esquema de lavagem de dinheiro associado ao PCC. A investigação aponta movimentações financeiras consideradas suspeitas entre 2018 e 2021, incluindo depósitos fracionados e transferências para empresas ligadas à influenciadora.

A Justiça determinou o bloqueio de R$ 27 milhões em bens e ativos atribuídos à advogada e influenciadora digital.